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25 de março de 2012

BEBÊ + CASA = CHORO!


FOTO DO SITE: blogger-peneloppe.blogspot.com
Estou gostando muito de escrever para este blog. MUNDO INFANTIL me deixa muito a vontade. É como se eu estivesse conversando com uma amiga sentada ao meu lado, um amigo professor ou um aluno atento. Cada vez que termino um texto, já fico cheia de novidades na cabeça.

O post anterior falou sobre a chegada de um bebê em casa e em como nossa rotina é mudada quando ele apresenta dores. Pois bem, este post é um complemento, pois trataremos de uma situação que nos apavora enquanto mães, que nos deixa inquietas enquanto professoras e que nos deixa apavorada enquanto ser humano. O choro de um bebê!

Se você acha que uma criança chora demais e fica apavorada quando seu silêncio será quebrado por um choramingo, relaxe. Esse choramingar, vindo de uma criança é normal. Afinal! Todo bebê saudável tem que chorar. Se após nascer, ele não chorar... Como será investigado o seu apgar? Os de meus filhos foram bem altos... 9.9 Imagine!

Segundo Solange Lemos, enfermeira amiga minha, um bebê saudável chora de uma a três horas por dia. Dificilmente um bebê ri o tempo todo como faz Miguel, meu segundo filho de apenas quatro meses. Isso agora, pois como relatei no artigo que antecede esta postagem, Miguel sofreu bastante com Cólicas e Refluxo!

Sinceramente, eu dei muita sorte! Meu lar é calmo, meu esposo é muito brincalhão com as crianças desde a barriga e quando nasceram... Tanto Adriel como Miguel só choraram doentes. Não são de chorar à toa. Sorriem muito. Miguel chega a ser exagerado, pois ele sorri até para a parede da sala com as fotos de Adriel pregadas nela. Mas como já falei, se for cólica, passa e dependendo da personalidade da criança... Esses momentos de inquietude tendem a diminuir após os três primeiros meses. Mas como não se desesperar diante do filho aos prantos? Difícil não é mesmo?

No entanto, é bom relembrar que bebês não sabem falar, por isso, o choro é sua maneira mais real de comunicação, pois o recém-nascido manifesta suas necessidades físicas e emocionais. Isso aprendi na prática enquanto berçarista na Creche/Escola Marca Viva. Só que não tem jeito... Até nós temos que nos acostumar com este novo ser na nossa casa e isso leva um tempo. Tempo suficiente, para que mães e pais saibam reconhecer o que querem.

É preciso perceber os tipos de choro para analisar corretamente se a criança está necessitando de ajuda. Os choros de bebês parecem iguais, mas não os são. Aos poucos, os pais percebem quando estão com fome, quando sentem dor, quando fazem manha e leia-se: fazem manha! No entanto, é quando sentem dor que o choro fica até agressivo aos nossos ouvidos. A frequência, a intensidade e a duração desse choro dirá muito sobre o que o neném precisa.

O choro mais comum é o choro da cólica. No entanto é bom dar uma olhadinha na fralda, pois fralda suja por muito tempo resulta em assadura. Assadura arde e causa dor... Bebê não fala... Então! Chora! A fome causa um choro que não para, sono deixa a criança muito inquieta e mudar de posição também causam choros...

Embora passe a maior parte do tempo dormindo, o bebê também quer atenção, ou seja, colo. No entanto, cuidado. Não vá mimá-lo, pois depois é difícil. Eu dei sorte duas vezes... Tanto Adriel quando era pequeno, quanto Miguel agora, não gostava e não gosta de ficar no colo. A curtição é ficar no tapete emborrachado e no bebê conforto.

Fique atenta às mudanças de rotina. Isso causa choro no meu Miguel. Ele fica chatinho demais. Não mama direito e nem dorme bem. O ideal é que você acalme seu bebê. Você não precisa achar que tem a obrigação de entender seu filho, mas se for atenta... Ele nem precisará chorar para obter o que quer... Você reconhecerá com um olhar.

Eu fiz uso destas dicas e recomendo:
1.       Coloque cd´s de música em tom alto. Ensine seu bebê a dormir até com barulho (Não vá colocar o som no último volume), para que ele não se assuste muito;

2.      Tem gente que acha que se ficarmos empurrando o carrinho do bebê ele irá dormir logo... Gente! Isso é por manha na criança. Eu nunca empurrei Adriel no carrinho e nem faço isso com Miguel, pois se eu precisar ir ao banheiro, fazer uma comida, lavar uma roupa... O que eu faço com o chororô que vai dar quando eu parar de balançar? E percebam... Eles sabem quando o carrinho para mesmo quando estão dormindo. É impressionante.

3.      Cuide-se mamãe. Você precisa se alimentar bem para produzir um leite materno com bastante nutriente e não se esqueça de que você precisa beber muita água para que o colostro e depois o leite sejam produzidos em quantidade adequada. Isso significa descansar sempre que possível e aceitar ajuda.

No mais, é não ficar estressada, pois tudo que você fizer terá reação no baby.

24 de março de 2012

E AGORA? O BEBÊ CHEGOU!


O bebê chegou e as dificuldades junto!
Já li muito sobre gravidez enquanto estava esperando o nascimento de meu “Miguelzinho” e por mais que uma mulher grávida leia sobre o assunto... Muitas dúvidas pairam sobre a cabeça dela.

O ideal é se preparar bem para a chegada do baby. Fazer um curso de gestante não é ruim, mas não é necessário. O seu psicológico é que tem que estar bem. O resto é naturalmente absorvido. Conversar com quem já teve filhos é ótimo, mas cuidado com as “neuroses”. Tem mães que falam tanta besteira. Nossa! Como eu ouvi baboseiras! No entanto, é no dia a dia que aprendemos a ser mãe.

Serão surpresinhas muito agradáveis como um chorinho fora de hora, daqueles que não para. Ops! É cólica! Será uma falta de sono desmedida. Ops! O baby trocou a noite pelo dia. Kkkkk! Você ainda não viu nada. Estará tão cansada que dará de mamar até dormindo, mas não fique angustiada! Eu conversei muito com a Doutora Fernanda C. D. Freitas, pediatra do Miguel, depois que ele nasceu e apresentou “refluxo*”... Nossa! Que pediatra maravilhosa! Se ela não tivesse me dado total atenção e me explicado com toda clareza o que “Refluxo” significava, nem sei... Acho que teria pirado nos primeiros dias de vida do Miguel. Nunca vi uma criança chorar tanto, após cada golfada!

Só que aguardar a chegada do bebê vai muito além do que imaginar conhecê-lo. Depois que o neném chegar, a preocupação é com as roupinhas, que claro: você já lavou e passou. Só que devo lhe adiantar: o bebê cresce rápido. E, se nascer grande com 53 cm igual ao meu, mamãe... A roupa nem vai entrar! Nos primeiros dias e nas primeiras semanas, o bebê desenvolve muito, logo, boa parte das roupinhas acaba não servindo após pouco tempo de uso.

Experiência própria: Não compre demais! E se você ganhar! Agradeça muito como eu fiz e, lembre-se de que ele vai ganhar muita coisa ainda. O tamanho RN, exceto quando o bebê é prematuro, já pode ser descartado no final da gravidez, momento em que você vai saber o peso e altura aproximados do seu bebê através da última Ultrassonografia.

Eu já comentei sobre a cólica nos primeiros dias. Então, se você é mãe do segundo... Já sabe como é. No entanto, nenhum bebê é igual a outro. Meu primeiro filho, Adriel, não teve nada. No entanto, a chegada de Miguel trouxe muita novidade. A cólica foi uma nada agradável. Eu ficava com ele no colo de oito da noite até quatro da manhã às vezes. Nossa! Um pesadelo!

Entretanto, nada mais horrível que ouvir as frases: “Coloca de bruços” – dizia um, “Dá Funchicória!” – dizia outro, “Simeticona é ótimo, solta gases e ajuda!” – dizia ainda outra pessoa. Eu quase enlouqueci! No entanto, a alegria de saber que passa! Não se compara ao de deixar de ouvir a frase: “Depois dos três primeiros meses tudo melhora.” Minha vontade era de esganar quem falava assim. Sono atrasado, cansada, sabendo que a noite tudo recomeçaria com pequenos gritinhos até o desespero dos gritos de dor. Eu não estava nem aí que iria passar, mas enquanto estivesse... Eu queria dar um mínimo de conforto ao meu bebê, pois vê-lo sofrer era pior que perder o sono.

Só que fique atenta mamãe. Se o choro da cólica não parar até durante o dia... Temos aí um problema maior. Melhor procurar um médico. Em alguns casos, a criança pode ser alérgica ao leite de vaca, que é ingerido pela mãe. Para aliviar os gases, que também provocam cólicas, vale massagear delicadamente a barriga do bebê e fazer movimentos com as perninhas. Aliás, muito obrigada as minhas amigas enfermeiras, Solange Lemos e Lúbia Medeiros, que me ajudaram demais com esta massagem maravilhosa. Como Miguel ficava aliviado.

*REFLUXO - é um problema gastroesofágico em que o alimento no estômago volta até o esôfago e até a boca, causando queimação. Falarei sobre isso em breve.

22 de março de 2012

QUEM DISSE QUE BEBÊS NÃO SABEM LER?


MEU FILHO MIGUEL - QUATRO MESES!
VEJAM O INTERESSE.
Desde pequena eu sempre gostei de ler, desde gibis até Enciclopédias e Dicionários. Amava contar as histórias para minha mãe e amigos. Brincava de "Escolinha" e no meio das lições... Sempre, sempre encontrávamos um jeito de ler um livro para alguém.

Nos estágios que fiz na creche do ISERJ e na PUC-Rio tive muitas aulas de Literatura que informavam que "Contar histórias é a mais antiga das artes". Antigamente, as pessoas se reuniam em praças e à roda de uma fogueira escutavam os "causos". Pessoas contavam histórias antigas e inventavam também. Sempre tinha um de fora para trazer uma novidade, repetindo outras histórias para guardar suas tradições e não esquecer a sua própria língua. 

As histórias fazem parte da nossa cultura e não podemos perdê-la. Minha mãe me contava histórias, porque não sabia ler. No entanto, sempre que podia comprava uma revista e dizia: "Leia! Você vai se sentir em outro lugar". Hoje, graças a ela, leio muito e de tudo, sem exceção. 

MIGUEL (quatro meses) COM LIVRO DE TEXTURA MOLE!

ADRIEL EM SUA PRIMEIRA BIENAL!
Hoje, as histórias contadas ganharam páginas de pano, de plástico, de papel e até foram informatizadas. Tem gente que nem quer mais livros em casa. Estão doando! Leituras, agora, só em PDF. No entanto, meu filho Adriel, sete anos, é fissurado em livros e desde cedo o ensinei a ter este gosto pela leitura. Sempre que posso o levo a uma Bienal ou Feira Literária.

Com meu mais novo integrante da família não poderia ser diferente. Miguel de apenas quatro meses ganhou seu primeiro livro de minha amiga Carla Cristina do Blog SÓ SOBRE LIVROS e ele amou. Agora, como pode ser vista na foto inicial deste post, Miguel segue a sua segunda leitura e está amando.

Quem disse que bebês não sabem ler? Miguel ri, Miguel toca nas páginas e com as mãos quer sentir as texturas. Claro! Sempre leva tudo à boca. Seu cérebro já incorporou a leitura como cultura nem que seja momentaneamenteParte importante na vida de uma criança é o desenvolvimento de seu intelecto. Desde a mais tenra idade, a literatura ajuda nesta construção do conhecimento. Afinal! As crianças tem um mundo próprio... Cheio de sonhos e fantasias.

A história tocada pelas mãos de um bebê tem um significado mais intenso ainda, e quando nós pais participamos deste processo... O resultado é deleitar a criança neste universo da leitura, desenvolvendo sua imaginação e o poder da observação. Um bebê com um livro em suas mãos desenvolve as experiências sensoriais. O gosto artístico desenvolverá nele normalmente, sem pressões ou ultrapassagem de suas fases.

 A Literatura Infantil enriquece a experiência, estimula a capacidade de dar sequência aos fatos, esclarece o pensamento, facilita o gosto literário, fortalece o interesse pela leitura e desenvolve a linguagem oral e escrita em seu futuro. O poder de imaginação tira o bebê ou a criança do ambiente natural, nem que seja por alguns instantes e desenvolve suas ideias.

Eu sou uma leiga neste assunto, apesar de ter participado de muitos seminários e cursos em literatura infantil e infanto-juvenil, além de cursar até o quinto período o curso de Letras na PUC-Rio. Por isso, não irei me estender aqui. Em breve, teremos uma série muito legal aqui no MUNDO INFANTIL com a participação de especialistas nas áreas abordadas. Aguardem!

21 de março de 2012

DESAPARECIMENTO DE CRIANÇAS!


FOTO DO SITE: fia.rj.gov.br   
Esta postagem é um complemento das duas últimas já postadas, pois ajudará aos pais a orientarem melhor suas crianças quando não estiverem presentes. Não queremos ensinar nenhum pai ou mãe a cuidar de seu filho, mas ajudá-los a evitar o desaparecimento dos mesmos. Estive lendo alguns artigos sobre crianças desaparecidas e fiquei um pouco chocada com as situações reveladas pelos responsáveis de como “perderam” suas crianças. Eu selecionei as dicas que acredito sejam mais importantes, mas existem outras orientações muito mais eficazes em sites especializados.

A primeira dica é que devemos orientá-los a não aceitarem doces, presentes ou qualquer outro objeto de estranhos. Por quê? Porque é assim que traficantes aliciam menores para tornarem-se “olheiros”, porque é assim que pedófilos se aproximam e tornam-se “amigos” e porque só devemos permitir que recebam este tipo de doação de conhecidos e parentes, desde que tenhamos conhecimento disso.

A segunda dica importante é que devemos manter bom relacionamento com nossos vizinhos e procurar conhecer as pessoas que convivem com nossas crianças, até os coleguinhas da escola. Participar ativamente dos eventos que envolvem nossos filhos é importantíssimo.

A terceira dica é que devemos ensinar nossas crianças seu nome completo, endereço e telefone e eles devem saber o nome da gente (pai e mãe). Ah! E por mais que sua rua seja “segura” ou sem saída, não autorize o seu filho a brincar nela sem a supervisão de um adulto conhecido.

E, segundo alguns sites que pesquisei sobre este assunto, como o da FIA (Fundação para a Infância e Adolescência), da POLÍCIA FEDERAL e DIGA NÃO À EROTIZAÇÃO INFANTIL, além de associações de moradores... Evite deixar o seu filho em casa sozinho (já informamos aqui que será considerado abandono de incapaz).

Outra coisa interessante é regularizar os documentos das crianças. Elas não usam apenas a certidão de nascimento ou carteira de vacina. Eu, por exemplo, já providenciei o CPF de meu filho mais velho e providenciarei o RG em breve. Do jeito que Deus tem feito mudanças em minha vida, creio que deverei dar entrada no passaporte dele também.

E com esta situação horrível que acontece nas escolas, o Bullyng, devemos observar o comportamento das crianças e estarmos atentos às mudanças que surgirem. O ideal é que você seja amigo de seu filho! No entanto, lembre-se sempre que você é o pai ou a mãe. Não se omita!

SITES OFICIAIS DE CRIANÇAS E ADOLESCENTES DESAPARECIDOS
Ministério da Justiça: http://www.desaparecidos.mj.gov.br
Crianças desaparecidas – RJ:  http://www.fia.rj.gov.br/SOS.htm
O número nacional para informações sobre crianças desaparecidas é o Disque 100.  

FONTE:
*Algumas informações aqui prestadas foram encontradas no Blog "Diga Não Á Erotização Infantil" e foram adaptadas para corresponderem ao estilo informativo do MUNDO INFANTIL.



14 de março de 2012

COMO COMBATER A VIOLÊNCIA SEXUAL!

FOTO DO SITE: psicologia.imed.edu.br 
Durante muitos anos de minha infância e adolescência não entendia bem o porquê de minha mãe sempre falar que eu não deveria deixar ninguém tocar minhas partes íntimas. Às vezes, eu chegava a ter raiva dela por falar isso todos os dias antes de eu ir à escola. Dava a impressão de que eu era uma idiota e ela precisava me lembrar disso. Hoje, eu entendo cada palavra e agradeço a Deus por todo este cuidado, ainda que imaturo e mal conversado de minha mãe para comigo.


Quando leio em jornais, revistas, artigos na Internet ou vejo na TV assuntos relacionados à exploração infantil por parte de pessoas próximas às crianças, como pais e amigos da família... Entendo que este tipo de cuidado dos pais para com os filhos deve continuar.

Eu sempre converso muito com o meu de sete anos, para que ele não se acovarde a quem o ameaçar. Ele precisa entender que o pai e eu somos seus melhores amigos e que pode contar conosco sempre para protegê-lo, ainda que muitos pais tentem estragar essa palavra chamada “Família”.

Digo sempre ao meu filho que o corpo dele não é objeto, que ele não deve deixar ninguém tocá-lo. Que ele deve ter sempre coragem de dizer “NÃO” A QUEM QUER QUE SEJA. As crianças têm o direito de dizer EM ALTO E BOM TOM a parentes e amigos que tentarem tocar seu corpo indevidamente que não o façam. E se necessário for... GRITAR POR SOCORRO!

Uma ação que tem sido muito utilizada por pedófilos é a questão do “guardar segredo”. Aproveitam-se da inocência das crianças para mexerem em seus corpos e depois pedir que as mesmas guardem segredo daquilo que fazem juntos. Por isso, pais, professores, cuidadores, babás... Peçam as suas crianças que se alguém pedir que guardem esse tipo de segredo, elas devem contar a seus pais, à professora ou outro adulto, imediatamente. Infelizmente, há muitos casos de abuso sexual de crianças ocorrendo dentro da própria família e precisamos nos resguardar.

Outra coisa que não devemos permitir é que alguém tire fotografias de nossos filhos, parcial ou totalmente despidas. Se alguém lhes pedir isso ou lhes mostrar fotos de outras crianças assim... Vocês devem relatar aos pais das crianças. E crianças! Se alguém pedir que tirem a roupa para tirar fotos de vocês ainda que de roupas de banho... NÃO DEIXEM! Contem aos seus pais imediatamente.

Pais! Entendam e ensinem seus filhos:

1.       Nenhuma criança deve aceitar que outra mais velha ou um adulto faça comentários sobre sexo com ela ou lhes mostre fotos de pessoas nuas. Muito menos que as ensinem a fazerem gestos obscenos, ainda que não entendam que sejam assim;

2.      Nenhuma criança deve aceitar presentes ou dinheiro de estranhos;

3.      Nunca deve abrir a porta da rua se estiverem sozinhas em casa (Na verdade, nenhuma criança deveria ficar sozinha em casa);

Outra coisa muito importante

Muitas vezes, os pais trabalham ou saem até a padaria ou mercado para uma compra rápida e deixam seus filhos em casa. Isso é errado! Chama-se “Abandono de Menor”. Muito cuidado queridos, pois é nesses momentos que o telefone toca e quem está do outro lado perguntará se a criança está sozinha. Ensine seu filho a nunca dizer a alguém pelo telefone que está sozinho em casa. De preferência, devem desligar o aparelho.

Minha mãe sempre falava que eu não devia entrar na casa de ninguém sem autorização dela. Minha velhinha era “braba” e deixava isso muito claro. Outra coisa que sempre afirmava é que eu não deveria entrar no carro de nenhum estranho, principalmente, se o motorista for homem. Hoje, eu a entendo. Não é seguro que nenhuma criança entre na casa de alguém sem acompanhamento dos pais ou dentro de carros sem que os pais estejam.

Pais! Outra coisa:
Ensinem seus filhos a utilizarem o telefone numa emergência. 
Toda criança devem saber o número do telefone de sua casa e em como usar os números de emergência. 
Isso é muito importante!

Ensinem as três regras básicas de segurança aos seus filhos:

·         Dizer NÃO!
·         Afastar-se imediatamente!
·         Contar a alguém!

6 de março de 2012

VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇAS É CRIME!


Todos os dias, vemos nas redes de TV, nos jornais virtuais e impressos a triste informação de que crianças sofrem violência doméstica; e, para piorar, as agressões são ocasionadas pelos próprios pais em sua maioria. Acordem! Praticar violência contra uma criança é caso de polícia no Brasil. Nossos pequenos possuem uma legislação organizada em seu favor. O (ECA) Estatuto da Criança e do Adolescente determina punição aos que causam maus tratos aos nossos meninos e as nossas meninas. Entretanto, mesmo com uma legislação específica, segundo a (UNICEF) Fundo das Nações Unidas para a Infância, mais de 18 mil crianças são espancadas em nosso país sendo mais agredidas meninas entre sete e 14 anos.

Diante desta violência contra a criança, que cresce a cada dia, temos que nos preocupar bastante, porque nem sempre é caso de abuso sexual, mas de “abuso físico”. Isso, sem citar com profundidade os que sofrem de “negligência” e “abuso psicológico” como ameaças e ofensas.

Leiam-se, comportamentos como: agredir, sacudir ou dar palmadas, queimar ou escaldar, chutar ou sufocar. Bem, a primeira coisa é denunciar a um órgão público. Afinal, a “LEI DA PALMADA” virou lei mesmo e através do PROJETO DE LEI Nº 2654 /2003 da Deputada Maria do Rosário estabelece: “o direito da criança e do adolescente a não serem submetidos a qualquer forma de punição corporal, mediante a adoção de castigos moderados ou imoderados, sob a alegação de quaisquer propósitos, ainda que pedagógicos, e dá outras providências.”.

Deve ter leitor me perguntando... E a negligência? Bem, a negligência consiste em maus tratos que prejudique a saúde, o bem-estar ou a segurança de uma criança. Exemplo: deixar ferro ligado em fácil acesso, piscina sem cerca, janela sem grade, laje sem muro, indiferença à necessidade emocional, não dispor de alimentação adequada ou não levá-la a escola.

E o abuso emocional? Este afeta a autoestima da criança, submetendo-a a agressão verbal ou crueldade emocional como PALAVRAS DE AMEAÇA, prendê-la dentro de casa fechando as portas e janelas com cadeados (cárcere), disciplina exagerada, permissão para ingerir álcool ou drogas ou expô-la ao ridículo.

Outro abuso que é muito mais conhecido e rejeitado pela sociedade brasileira é o abuso sexual, que envolve contato sexual entre uma criança ou adolescente e um adulto ou pessoa mais velha. Afinal, como uma criança em desenvolvimento é capaz de entender o contato sexual ou resistir a ele? Um adulto não entende esta violência, dirá uma criança indefesa.

Como reconhecer um abuso sexual? Preste atenção a qualquer toque ou carícia imprópria de outra pessoa com seu filho ou filha. Não aceite comportamentos como incesto, molestamento, estupro de um parente próximo como seu companheiro ou outros. O contato oral-genital e carícia nos seios e genitais é inadmissível! Isso, sem contar com a violência verbal de fala imprópria. Preste muita atenção em quem pede para tirar fotos de seus pequenos para evitarmos a pornografia, expondo sem sua autorização a criança ou adolescente.

Espero ter ajudado um pouco. Eu sou contra a “lei do tapa” no sentido de tirar dos pais o direito de corrigir seus filhos. No entanto, diante dos exageros que vemos muitos pais cometerem... É bem melhor saber que meus filhos são resguardados pela “Lei da Palmada”.

Não faço apologia a nenhum político, mas não posso deixar de citar a Deputada Federal Liliam Sá que já provou ter competência para "brigar" pelos Direitos de nossas crianças e adolescentes. No mês passado, a Deputada pediu que fosse criada na Câmara, a CPI da Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes.

FOTO DO SITE: http://www.liliamsa.com/    
"A cada dia, surge um novo ponto de exploração. A grande arma desta CPI serão as denúncias, principal ferramenta para o combate à violência infanto-juvenil" 
Liliam Sá
Deputada Federal

No próximo artigo, trataremos de como ensinar nossas crianças a reconhecerem os abusos e nos ajudarem, enquanto tutores, a protegê-las. Quando digo, tutores, é porque a Palavra de Deus afirma que nossos filhos são herança do SENHOR e que só cuidamos deles.


Obs: Este post foi criado depois que lembrei de um relato de uma professora, que conheci num evento literário e que não quis se identificar. Nós não temos mais contato, porém, nunca esqueci o que ela comentou informalmente. "Jussara" (nome fictício) percebeu maus tratos em um de seus alunos provocado por agressões do irmão mais velho da vítima. A criança tinha dois anos na época e estudava na rede particular de ensino aqui no Rio de Janeiro há dois anos. A professora comunicou o fato a Direção, mas foi impedida de denunciar porque o dono da escola não queria perder os pais dos alunos como clientes e ameaçou acusá-la das agressões caso levasse o assunto a frente. ABSURDO!


PROFESSOR! NÃO ACEITE AMEAÇAS!
SEUS ALUNOS SÃO SUA RESPONSABILIDADE! 
EM CASO DE MAUS TRATOS... DENUNCIE. DISQUE 100!


EMPREGO SE ENCONTRA EM QUALQUER OUTRA ESCOLA QUE TENHA COMPROMISSO COM A EDUCAÇÃO E O BEM ESTAR DE SEUS ALUNOS.


 ALÉM DISSO: AMEAÇA INFUNDADA SE DESCOBRE!


Fonte:
http://www.fia.rj.gov.br/legislacao/leidapalmada.pdf


http://www.liliamsa.com


http://www.unicef.org.br/

5 de março de 2012

INCLUSÃO ESCOLAR

Salas equipadas com recursos multifuncionais, professores adaptando-se à realidade de uma formação específica, que cabe a ele buscar para rever sua postura em sala de aula diante desta realidade em nosso país. A diversidade! As necessidades especiais! As diferenças que precisam ser respeitadas e adaptadas ao mundo atual.


É necessária uma nova visão de mundo proveniente do Educador para que não haja barreiras que estigmatizem e excluam alunos que tenham marcas físicas e/ou sociais. A inclusão de pessoas portadoras de deficiências ou de preconceitos impostos pela sociedade é uma forma de diminuir a incapacidade que alguns professores e até pais possuem em relação aos desfavorecidos da "normalidade" imposta pela sociedade ao longo dos anos.

Não escrevo este texto porque li algum livro ou texto a respeito. Na verdade, eu sou uma leiga. Apenas conheço muitas pedagogas que lidam com crianças surdas e com Síndrome de Down e sentem muita dificuldade em incluí-los nas atividades diárias, principalmente nas de grupo.

Escrevo este artigo, se é que posso chamá-lo assim, porque vejo a necessidade das mães aceitarem a inclusão escolar. Uma amiga que trabalha numa escola para surdos e mudos me disse uma vez que "a inclusão não é um processo já pronto e que todos aceitem". Lembro de ter lido algo a respeito sobre inclusão em uma revista que, agora, não me recordo o nome que dizia mais ou menos assim... (Colocarei entre aspas, mas não lembro mesmo se está correto) "Há muita resistência de professores, diretores e donos de escola, além de se encontrar resistência em diversas formas e por vários setores da sociedade e pessoas". Se não me engano... Era assim.

Várias perguntas devem aflorar no profissional da educação quando depara-se com um aluno portador de necessidades especiais em sua sala de aula. Como recebê-lo? Como ajudá-lo a frequentar as aulas? Como proceder com a prática pedagógica incluindo este aluno no já rotineiro processo do plano de aula? Onde aprender?

Daí, eu, leiga, mas inspirada (Rss...) digo: Recebe este aluno com amor. Seja receptivo e compartilhe o conhecimento com este ser novo na sua vida e ofereça condições dele fazer parte desse momento de troca. Atualize-se: Faça um curso de Libras!

Garanta que a matrícula deste aluno permaneça aberta e que ele ou sua família não sintam a necessidade de vir a trancá-la. É difícil sim! Muito! O ensino regular e as escolas preparatórias e universidades não nos dão uma boa prática desta realidade. No entanto, remova as barreiras pessoais. Mude seu cronograma, atualize seu plano de aula, modifique a aprendizagem, mas não perca a oportunidade de fazer parte desta história linda que se chama INCLUSÃO ESCOLAR.

Repense, PROFESSOR! Não se deixe dominar pelo preconceito e o modismo. Repense sua cultura e sua política de ensino e faça da sua prática pedagógica uma construção real de CONHECIMENTO. Aviso! Nem todos os professores são preconceituosos ou possuem resistência a inclusão. #FATO!

Na verdade, este é um assunto muito complexo e pedirei ajuda a algumas amigas que se formaram no curso de Pedagogia, e que trabalham com alunos com necessidades especiais para, em um próximo artigo, aprofundarem a questão.

Enquanto isso, vamos nos mobilizar e provocar interesse em nossos amigos(as) e passar a prestar mais atenção nas dificuldades dos outros e nos lembrarmos de que nós somos imperfeitos também, e ainda assim Cristo nos amou!

1 de março de 2012

SUGESTÃO DE ATIVIDADES - TEATRO DE PROFESSORES.

Teatro com professores e alunos.
Não adianta. 
Professor é um artista. 
Um sábio! 
O quase "faz tudo".

Os professores podem e devem aproveitar o tema abordado pelo Projeto Político Pedagógico para trabalhar na área de artes e se inclui nisso os temas comuns em sala de aula. Basta investigar o assunto e trabalhar com as crianças, de acordo com a proposta oferecida pela escola. 

Prepare um texto, divida os personagens entre seus colegas e o apresentem às crianças. Na segunda apresentação, as próprias crianças gostarão de fazer parte do evento.

Temas sugeridos: cuidados com o ambiente, relacionamento entre os colegas, natureza e biodiversidade... E, como estamos no mês de março, vamos trabalhar o Circo. As crianças irão adorar e é possível trabalhar o tema desde o berçário.

Propor atividade diferenciadas durante o ano não impede que haja novas peças de teatro nas salas de aula também. O grande objetivo do educador deve buscar oferecer algo especial para ele próprio trabalhar com os pequenos. No decorrer do ano, os nossos alunos estarão tão envolvidos com a arte que será impossível não ouvi-los pedir "De novo!".

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