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5 de março de 2012

INCLUSÃO ESCOLAR

Salas equipadas com recursos multifuncionais, professores adaptando-se à realidade de uma formação específica, que cabe a ele buscar para rever sua postura em sala de aula diante desta realidade em nosso país. A diversidade! As necessidades especiais! As diferenças que precisam ser respeitadas e adaptadas ao mundo atual.


É necessária uma nova visão de mundo proveniente do Educador para que não haja barreiras que estigmatizem e excluam alunos que tenham marcas físicas e/ou sociais. A inclusão de pessoas portadoras de deficiências ou de preconceitos impostos pela sociedade é uma forma de diminuir a incapacidade que alguns professores e até pais possuem em relação aos desfavorecidos da "normalidade" imposta pela sociedade ao longo dos anos.

Não escrevo este texto porque li algum livro ou texto a respeito. Na verdade, eu sou uma leiga. Apenas conheço muitas pedagogas que lidam com crianças surdas e com Síndrome de Down e sentem muita dificuldade em incluí-los nas atividades diárias, principalmente nas de grupo.

Escrevo este artigo, se é que posso chamá-lo assim, porque vejo a necessidade das mães aceitarem a inclusão escolar. Uma amiga que trabalha numa escola para surdos e mudos me disse uma vez que "a inclusão não é um processo já pronto e que todos aceitem". Lembro de ter lido algo a respeito sobre inclusão em uma revista que, agora, não me recordo o nome que dizia mais ou menos assim... (Colocarei entre aspas, mas não lembro mesmo se está correto) "Há muita resistência de professores, diretores e donos de escola, além de se encontrar resistência em diversas formas e por vários setores da sociedade e pessoas". Se não me engano... Era assim.

Várias perguntas devem aflorar no profissional da educação quando depara-se com um aluno portador de necessidades especiais em sua sala de aula. Como recebê-lo? Como ajudá-lo a frequentar as aulas? Como proceder com a prática pedagógica incluindo este aluno no já rotineiro processo do plano de aula? Onde aprender?

Daí, eu, leiga, mas inspirada (Rss...) digo: Recebe este aluno com amor. Seja receptivo e compartilhe o conhecimento com este ser novo na sua vida e ofereça condições dele fazer parte desse momento de troca. Atualize-se: Faça um curso de Libras!

Garanta que a matrícula deste aluno permaneça aberta e que ele ou sua família não sintam a necessidade de vir a trancá-la. É difícil sim! Muito! O ensino regular e as escolas preparatórias e universidades não nos dão uma boa prática desta realidade. No entanto, remova as barreiras pessoais. Mude seu cronograma, atualize seu plano de aula, modifique a aprendizagem, mas não perca a oportunidade de fazer parte desta história linda que se chama INCLUSÃO ESCOLAR.

Repense, PROFESSOR! Não se deixe dominar pelo preconceito e o modismo. Repense sua cultura e sua política de ensino e faça da sua prática pedagógica uma construção real de CONHECIMENTO. Aviso! Nem todos os professores são preconceituosos ou possuem resistência a inclusão. #FATO!

Na verdade, este é um assunto muito complexo e pedirei ajuda a algumas amigas que se formaram no curso de Pedagogia, e que trabalham com alunos com necessidades especiais para, em um próximo artigo, aprofundarem a questão.

Enquanto isso, vamos nos mobilizar e provocar interesse em nossos amigos(as) e passar a prestar mais atenção nas dificuldades dos outros e nos lembrarmos de que nós somos imperfeitos também, e ainda assim Cristo nos amou!

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