II Seminário Missões Com Crianças.

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26 de abril de 2012

AMAMENTAÇÃO DE MADRUGADA! O QUE FAZER?


Amamentar é alimentar o bebê com o leite materno, vindo diretamente da mama. Amamentação com o uso da mamadeira não é amamentar... É dar leite! E, claro que sabemos... A amamentação proveniente da mama da genitora deve ser, exclusiva, até os seis meses. Parece até piada já que sabemos que para uma mãe que volta a trabalhar numa licença maternidade que dura somente quatro meses... Isso não acontecerá! Nenhuma mãe que trabalha fora tem como cumprir esta data (de amamentar por seis meses recomendada pela OMS - Organização Mundial da Saúde). Então, o importante é que a mãe continue amamentando até pelo menos os dois anos de idade da criança.

Nós mães sabemos os benefícios que os seis primeiros meses do bebê nos causam... Um deles é a falta de menstruação. Geralmente, a mestruação começa a retornar ao seu normal quando há diminuição na produção do leite materno, ocasionado pela introdução dos alimentos sólidos como as papinhas. No entanto, enquanto a amamentação for feita adequadamente... Tudo correrá bem!

A amamentação traz inúmeros benefícios para a mãe e para o bebê. Previne doenças, o bebê tem menos chances de ter alergias, dizem que as cólica dos primeiros meses diminuem (mas esta afirmação contexto veemente), acalma o bebê e fora que, como dizia minha mãe, vem na temperatura certa e não é necessário esterilizar o seio, apenas mantê-lo limpo.

Eu li durante minha segunda gestação que a amamentação ainda combate a hemorragia pós parto (isso é verdade mesmo!) e diminui o risco de câncer de mama, endométrio e de ovário (li no site, se não me engano, Planeta bebê.

Eu tive dificuldades enormes quanto aos horários da amamentação. Sofri com meu primeiro filho e com meu Miguelzinho não é diferente. O início foi cruel, mas deixei que fosse feita livremente sob a escolha do meu pequeno. Isto é, sempre que o bebê quiser amamente. Comigo, com meu segundo filho, a necessidade de mamar dele era de menos de duas horas durante o dia, e após o período de cólicas, Miguel dormia a noite toda só mamando novamente às seis da manhã. Agora, aos cinco meses resolveu fazer uma gracinha e tem acordado duas vezes durante a madrugada e só dorme após mamar. Não adianta ninar, cantar ou falar no ouvidinho... O berreiro só para com o seio na boca dele.

O bebê não deve passar mais de três horas sem mamar, mesmo durante a noite até os seis meses de vida. Recomenda-se que se ele estiver dormindo a mãe acorde-o para mamar (que as amigas de minha mãe não ouçam ou leiam isso. As velhinhas teriam um infarta, pois todas diriam que "O sono alimenta") e se certifique que realmente mamou, pois alguns dormem durante a amamentação. 

A partir dos seis meses de vida, o bebê já poderá comer outros alimentos e poderá dormir a noite toda, mas cada bebê tem seu próprio ritmo de crescimento e vai depender de você mamãe... Amamentar de madrugada ou não.


19 de abril de 2012

SÉRIE 10 ARTIGOS > 3º - SÍNDROME DE DOWN: O DESAFIO DA INCLUSÃO.


FOTO DO SITE: noticias.r7.com
No último dia 21 de março comemoramos o Dia Internacional da Síndrome de Down. A data foi escolhida pela Associação Internacional da Síndrome de Down para que ações em prol dos portadores da Síndrome pudessem se expressar. A Síndrome de Down é genética e universal. Está presente em todas as raças e classes sociais.

A equipe do portal G1 foi a Brasília e publicou em seu site oficial que jovens com síndrome de down superaram vários obstáculos e chegaram à universidade. A história da estudante Jessica Figueiredo e da pedagoga Erida Nublat foram comentadas na época. Esses exemplos são a representação clara da conquista de uma geração que teve dificuldades em ser aceita nas escolas regulares.

Essa vitória explicitada neste site demonstra que a INCLUSÃO é mesmo o caminho para novas mudanças. A dificuldade de aprendizado, o acompanhamento de profissionais como fonoaudiólogos e pedagogos e a participação dos Educadores são parte fundamental para que tudo dê certo.

Na rede pública, há muitos profissionais se especializando em ensino especial. Os estados e municípios vêm buscando implementar políticas de inclusão escolar, mas a resistência vem por parte de outros pais e seus filhos “normais”. Muitos ainda não possuem maturidade intelectual para entender a importância desta troca de contato. É preciso ter paciência e continuar estimulando este “compartilhar”, para que as famílias entendem que as suas crianças têm um lugar na sociedade e precisam entender que outros têm também, mesmo que diferentes.

Estava no Senado, uma proposta de criação do Portal Movimento Down http://www.movimentodown.org.br/, com orientações, informações. O site já está no ar.

Vale a pena conferir:
 

*ESSA POSTAGEM ERA PARA SER ESCRITA POR UMA AMIGA MINHA QUE É FONOAUDIÓLOGA, MAS O COMPUTADOR DELA FOI ROUBADO ANTES QUE ELA PUDESSE ME ENVIAR POR E-MAIL O TEXTO PESSOAL. PARA QUE A SÉRIE DE 10 ARTIGOS NÃO TENHA FALHAS... SEGUE UMA PEQUENA EXPLANAÇÃO COM BASE NA PESQUISA QUE REALIZEI.

12 de abril de 2012

SÉRIE 10 ARTIGOS > 2° - LIBRAS POR ISAAC G.M. DE SOUZA

FOTO GOOGLE

Libras, a Língua Brasileira de Sinais

Isaac Gomes Moraes de Souza
Bacharelando em Letras-Libras pela UFSC
Pedagogo Bilíngue formado pelo DESU/INES
Professor da Universidade Católica de Petrópolis
Intérprete de Libras da SMPD-RIO

A linguagem, de modo geral, torna o Homem em um Ser sociável. O que quer que façamos exalamos linguagem, criamos campos de relações simbólicas comandados por contratos lingüísticos e sociais. A partir da necessidade e da tentativa do contato com o outro, são criadas as línguas. Entre elas a Língua Brasileira de Sinais – Libras.
A Libras é a língua oriunda das comunidades surdas do Brasil, conforme o Parágrafo Único do Art. 1º da Lei 10.436/02. Nesta está contido traços linguísticos e culturais dos sujeitos surdos. Diferentemente das línguas oral-auditivas (que se utilizam do aparelho fonador, a língua de sinais é de modalidade viso-espacial. Portanto, a comunicação com os sujeitos surdos se dá por meio da percepção visual.
Ao contrário do que se pensa, a língua de sinais é complexa, arbitrária, possui uma gramática própria e é convencionada socialmente, o que significa dizer que ela não é universal. Assim como a língua portuguesa sofre variações linguísticas entre diferentes regiões, gêneros, classes sociais e faixas etárias, a Libras também se desdobra em variantes dialetais com suas respectivas variáveis. Aprendê-la acarreta as mesmas dificuldades apresentadas na aquisição de qualquer outra língua oral, visto que esta é, também, uma língua.
Estudos defendem a Libras como língua natural dos Surdos, pois esta os possibilita a comunicação e obtenção de informações pertinentes por ser integralmente visual. A língua pode ser definida, quanto à sua função, como um sistema de representação cognitiva do universo, através da qual as pessoas constroem suas relações interpessoais. Entretanto, este é um mero um reflexo criativo influenciado pela cultura social de seus falantes. Desta forma Rónai (1976) afirma que há uma ligação intrínseca entre o pensamento e o seu meio de expressão, e o próprio pensamento é condicionado pelo idioma em que é concebido. Por esta razão, a percepção de mundo das pessoas surdas passa a ser completamente visual, não apenas por sua condição biológica, mas também linguística, cultural e identitária.

Bibliografia:
FELIPE, Tanya A.; Libras em Contexto: Curso Básico: Livro do Estudante. 8ª ed. Rio de Janeiro, Walprint Gráfica e Editora, 2007.
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação Especial. Lei nº 10.436, de 24 de abril de 2002. Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) e dá outras providências.
RÓNAI, Paulo. Escola de tradutores. 4ed. Rev. e amp. Rio de Janeiro, Educom, 1976.

11 de abril de 2012

SÉRIE 10 ARTIGOS > 1° - EBD INFANTIL POR EDVANIL FONSECA.



Edvanil Fonseca
Membro da Igreja Evangélica Assembléia de Deus há 24 anos.
Formação: 
Professora de Escola Bíblica Dominical;
Coordenadora de Ministério Infantil;
Evangelista de Crianças pela APEC;
Pedagoga; 
Especialização: Gestora Educacional e Governamental;
Cursos relevantes: Trupe da alegria - Capelania hospitalar, Geração futuro...
Tempo de trabalho com crianças: entre idas e vindas, profissionalmente e igreja cerca de 20 anos.
Nasci e moro em Salvador.
Casada com Dalvo Fonseca e mãe de Hélder e Ludmila.
Idade: 39 anos.

A Escola Bíblica Infantil é um marco na evangelização das crianças atualmente. Nos tempos passados, entretanto, as crianças eram colocadas em quase último plano na maioria dos ajuntamentos cristãos. Concepção trazida da sociedade que consideravam-na em alguns casos como pequenos adultos e em outros como um ser sem direitos. Fato citado em artigo na web que diz: "Maria, 9 anos, pastora. João, 10 anos, aprendiz de sapateiro." Assim eram registradas as crianças escravas nos inventários e testamentos do Brasil do século XIX, sempre com uma profissão associada ao nome. (In:Site G1 – Globo.com).

A lição bíblica é o momento mais especial no ensino com as crianças, por tratar-se exclusivamente do ensino da Palavra de Deus. As brincadeiras são importantes, a recepção precisa ser calorosa, a hora do louvor é o céu na terra, o lanche é uma gostosura, a dança tem o seu lugar, mas para ocorrer mudança de vida e transformação só pelo ‘pão quente descido do céu’, que apenas pela Bíblia pode acontecer.

O mundo está mudando, e como muitos dizem ‘evoluindo’, mas esta fase chamada de evolução tem trazido grandes dividendos para o universo infantil, para as crianças que tem o seu lugar no coração de Deus, que através de seu filho deixou claro: “Deixai vir os meninos a mim, e não os impeçais; porque dos tais é o reino de Deus.” (Marcos 10:14).

Podemos citar aqui neste artigo três dividendos, por assim dizer, dois que estão colocando centelhas de fracassos na salvação na tenra idade dos pequeninos e um que está impedindo os mesmos de viver, comprometendo assim sua vida de adultos no encontro real com Deus, por não terem sido ensinados ainda quando crianças.

O primeiro trata-se do interesse atual de vários segmentos da sociedade, a abocanhar esta fatia que tanto traz audiência e retorno para os empresários da comunicação, brinquedos doces e etc. É notório que a criança traz lucros, e o inimigo das nossas almas tem como uma das principais armas tirá-la de cena e fazer com que ela não venha conhecer a Jesus.

O segundo ponto trata-se exatamente da questão que muitos dentro da igreja não acreditam que a criança precisa e necessita de Deus, daí são colocadas em segundo plano e não são incluídas nas programações da igreja. Elas são fofinhas, graciosas, e muito mais, mas não precisa que o evangelho seja apresentado a elas, pois por si só ela já respira beleza, alegria e pura inocência, fato que levam muitos a defender que a criança não tem pecado, portanto está cedo para conhecer o evangelho. O salmista Davi afirma que não, quando ele no seu processo de arrependimento alerta que todo o seu pecar veio do ventre e da sua concepção, descrito no versículo 5 da capítulo 51: “Eis que em iniquidade fui formado, e em pecado me concebeu minha mãe.”.

E por último o terceiro ponto que eu gostaria de ressaltar, é a interrupção da vida de uma criança ainda no ventre. Eu não poderia falar de Escola Bíblica Infantil e não alertar sobre esta prática contra a vida, especificamente a vida de uma criança que tem sua vida marcada desde o ventre por Deus para ser uma bênção, assim como aconteceu com o profeta Jeremias, e entre outros. Pode parecer terrorismo, pode parecer exagero, mas nunca é demais demonstrar o quanto é errôneo e pecaminoso ao ato abortivo, que veta a criança de viver.

Portanto, sendo fechadas estas brechas estamos prontos para levantarmos como um exército e ensinar, mentorear e discipular uma criança para que a mesma possa crescer em conhecimento e graça diante de Deus e dos homens. Enfim, a Evangelista de crianças, o pastor das suas ovelhinhas, o professor ou até mesmo a tia da classe infantil precisam se acercar dos seus objetivos para que os momentos na Escola bíblica sejam grandes momentos de pura e genuína conversão, sendo instrumentos para que verdadeiros atos do novo nascimento ocorram na sua singela Escola Bíblica.

Fonte da citação:

SÉRIE 10 ARTIGOS


Amados... Inicio o mês de Abril com este desafio inabalável, ainda que não tenha recebido os textos de todos... 
o desafio de ter sossego e publicar esta série que considero importantíssima.

Lembrando que nenhum texto é meu!
Todos pertencem a amigos que antes de cada texto publicará sua formação.
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