II Seminário Missões Com Crianças.

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27 de agosto de 2012

MENOR E CIGARROS NÃO COMBINAM.


Dia 29 de agosto será o Dia Nacional de Combate ao Fumo. O ECA - Estatuto da Criança e do Adolescente afirma que a venda de substâncias derivadas de tabaco a menores de 18 anos é crime (Lei 8.069/90).

No entanto, o que mais tenho visto é o contrário acontecer. Crianças entrando e saindo de bares com maços de cigarro nas mãos, comprando para seus pais ou parentes próximos.

Vamos juntos mudar este quadro.
Acesse o site do INCA e saiba como se prevenir e prevenir suas crianças, pois o FUMO traz consequências futuras à saúde de quem fuma e de quem respira a fumaça do cigarro.

http://www.inca.gov.br/tabagismo/

20 de agosto de 2012

SÉRIE 10 ARTIGOS > 5° AUTISMO

FOTO DO SITE:



O autismo infantil pertence aos distúrbios globais de desenvolvimento. Manifesta-se através de perturbações em três domínios: social, linguagem e comunicação, pensamento e comportamento.

O desenvolvimento social numa criança é quase zero, porque esta tende a isolar-se. No entanto, quando estimulada, a criança autista pode interagir de forma estranha, fora dos padrões habituais, mas interage.

Lembro quando fazia Faculdade de Letras, nas aulas de Linguística, que nossos professores afirmavam que a comunicação, tanto verbal como não verbal é deficiente e desviada dos padrões habituais em um autista.

Muitas pessoas com autismo não desenvolvem linguagem durante toda a vida, mas outros conseguem com certa limitação se comunicar com outros. Na criança autista são frequentes comportamentos ritualistas e obsessivos, a dependência de rotinas, o atraso intelectual e a ausência de jogo imaginativo são suas características.

Não sou especialista no assunto. Só posto este artigo, porque uma amiga minha recebeu o diagnóstico de autismo em seu filho de quatro anos. É tão duro receber uma notícia dessa. Os pais nunca estão preparados, nossos amigos fingem entender a situação, nossos patrões nem se fala!

Como perceber que nossos filhos podem desenvolver o autismo. Geralmente, aos dois anos é possível um diagnóstico, mas nem sempre os indicadores de que o processo de desenvolvimento ocorre naturalmente é perceptível. Tem quem perceba em crianças antes dos seis meses, mas é raro.

Nós, Pais e o profissionais da Educação, junto aos profissionais da saúde devemos estar alertas em relação ao autismo infantil sempre que determinados comportamentos inadequados na criança ocorram.

Geralmente são os pais que percebem e alertam os pediatras, mas cabe aos profissionais de saúde alertar para o fato das crianças manifestarem um comportamento menos normal que os demais de sua idade.

Professores precisam preparar-se para receber as crianças autistas em sala de aula. Toda turma deve acolher esta criança especial. Se possível, a mesma deve ser acompanhada por uma monitora, que o ajudará nos deveres para que possa acompanhar a turma toda, no seu próprio ritmo sem atrasar-se.

Eis algumas das ações que se percebe numa criança autista:

  • Não estabelecer contato com os olhos;
  • Parecer ser surdo;
  • Age como se não tivesse conhecimento daquilo que acontece com os outros;
  • Torna-se inacessível à comunicação com os outros;
  • Em vez de explorar o seu meio ambiente e as novidades, restringe-se na fixação de objetos;
  • Quando se fixa num objecto não se fixa como um todo mas fixa-se nas suas partes;
  • Apresenta, por vezes, gestos imotivados como o balancear das mãos ou então balancear-se;
  • Cheira ou lambe os brinquedos;
  • Insensível aos ferimentos podendo mesmo autoagredir-se.
Fica a dica de conhecermos melhor sobre o autismo!


Fonte:

www.autismo.com.br/

www.autismoinfantil.com.br

AMERICAN PSYCHIATRIC ASSOCIATION, 1980;
Barthélemy et al (2000) - Descrição do Autismo - International Association Autism-Europe
DELONG, BEAU, BROWN, 1981
ORGANIZAÇÀO MUNDIAL; DE SAÚDE, 1993

15 de agosto de 2012

14 de agosto de 2012

INDICAÇÃO DE LIVROS...



Manual Prático para o Culto  Infantil – 2 volumes
 Rawderson Rangel – Editora AD. SANTOS
 Histórias bíblicas para projetor – Cd com ilustrações


Não fale de boca cheia- e outras dicas de etiqueta para crianças
Suzana Doblinski – Editora MC Kids


27 roteirinhos para encontros com crianças e adolescentes
Quebra-gelso, dinâmicas, tempo de comunhão, tempo de oração, atividades.
Priscila Laranjeira -  Ed. AD. SANTOS

Mexa-se que lá vem brincadeira
34 histórias através de brincadeiras
Susan L. Lingo -  Editora Vida Nova

Mexa-se que lá vem história
34 histórias bíblicas
Susan L. Lingo -  Editora Vida Nova


80 atividades para ensinar a criança a praticar a Bíblia
Editora Shedd Kids


Louve a Deus brincando
50 atividades usando pratos de papel
Editora Shedd Kids


52 jogos que ensinam a Bíblia
Editora Shedd Kids


52 maneiras de ensinar missões
Editora Shedd Kids

11 de agosto de 2012

Festa da Colheita na Assembleia de Deus Cidade Nova.


Tia Ritinha e toda a equipe de professores do Departamento Infantil convidam a todos para participarem deste evento, que promete impactar cada criança com a Palavra de Deus!

Traga seu filho!
Traga seu sobrinho, afilhado...

Teremos barraquinhas, brincadeiras, brindes, teatrinhos... Muita cooperação dos Departamentos Infantis de todas as Congregações do Ministério do Monte.



6 de agosto de 2012

EBD Infantil - Material de Apoio em quadrinhos.

Deixo como  dica de estudo para semana...

Mais recursos podem ser encontrados no Blog FALA VARÃO, do Maurício Alcântara.

São recursos interessantes para salas de EBD Infantil.



AUDIOTECA SAL E LUZ



A postagem anterior, o texto de Sheila Guimarães nos ajudou muito a lidar com crianças especiais nas salas de EBD. Hoje, eu trago até aos leitores um pedido de ajuda a uma instituição que leva livros falados aos que não podem ler. 

Pensando nos que não vêem, a Audioteca Sal e Luz, uma instituição filantrópica, sem fins lucrativos, produz e empresta livros falados (audiolivros). 

Mas o que é isto? São livros que alcançam cegos e deficientes visuais (inclusive os com dificuldade de visão pela idade avançada), de forma totalmente gratuita. 

No entanto, o acervo com mais de 2.700 títulos corre o risco de se perder. Uma literatura que passa de textos religiosos até textos e provas corrigidas voltadas para concursos públicos em geral.

Geralmente, mais de 150 livros são emprestados sob a forma de fita K7, CD ou MP3. 

Se você conhece algum cego ou deficiente visual, fale deste trabalho, DIVULGUE!!! Para ter acesso ao acervo, basta associar-se.

Guarde o endereço e divulgue: Rua Primeiro de Março, 125 - Centro. RJ. 

Não deixe esta instituição fechar. Divulgue esta oportunidade de conhecimento aos que possuem deficiência visual. Se você conhece alguém com dificuldade de locomoção, solicite o livro por telefone, escolhendo o título pelo site e será enviado gratuitamente pelos Correios. 

O Governo tem ajudado, mas a instituição precisa possuir um número significativo de associados, que realmente contemplem o trabalho, senão ele irá se extinguir e os deficientes não poderão desfrutar da magia da leitura. 

Só quem tem o prazer na leitura, sabe dizer que é impossível imaginar o mundo sem os livros... 
Ajude! Divulguem no blog de vocês. Divulgue na sua igreja. Não é necessário ser morador do Rio de Janeiro!

A Audioteca não precisa de Dinheiro, mas de DIVULGAÇÃO! Repassem! Eles enviam os livros às pessoas, de graça, sem nenhum custo. É um belo trabalho!

Quem puder fazer com que a Audioteca chegue à mídia, por favor fique à vontade. É tudo do que eles precisam.

Procure:
Christiane Blume - Audioteca Sal e Luz.
Rua Primeiro de Março, 125- 7º Andar. Centro - RJ. CEP 20010-000 
Fone: (21) 2233-8007
Horário de atendimento: 08:00 às 16:00 horas 

3 de agosto de 2012

SHEILA GUIMARÃES - UM OLHAR ESPECIAL

Amados... Deus os abençoe.
Retorno após um tempo de reclusão.
Divulgo este texto enviado pela minha amiga Sheila  Guimarães. 
Um texto muito importante a quem trabalha com crianças especiais nas salas de aula da EBD Infantil.


Este artigo tem por finalidade evidenciar a importância de incluir junto a sala de EBD(Escola Bíblica Dominical), os considerados portadores e/ou deficientes de necessidades especiais. Deficiência essa que pode ser física ou mental.

Como alcançar estas crianças? A grande necessidade do evangelismo infantil também para as crianças especiais, como não entram nas igrejas, é preciso lançar as redes, elas precisam da salvação em Cristo Jesus. Como alcançar suas famílias ministrando uma palavra de consolo, orientação, encorajamento, para que a criança seja amada e aceita pela mesma, com pais que não se envergonham diante da sociedade e da igreja.

Como inserir a criança especial no ministério infantil, como trabalhar com elas, como vivenciar na igreja a inclusão e não a exclusão? Como tem sido infelizmente na prática.

A inclusão escolar é muito importante, não só para as crianças com deficiência mas também para as que não tem nenhuma deficiência. As crianças com deficiência aprendem muitas coisas com as outras, se sentem motivadas a irem cada vez mais longe e as crianças "normais" são automaticamente preparadas para mais tarde conviverem com as pessoas e suas diferenças. 


Fato fundamental para a inclusão, pois hoje em dia boa parte do preconceito parte dos adultos e não das crianças e isso por falta de conhecimento sobre o assunto.

O que mais me preocupa é a falta de responsabilidade e humanidade em muitas pessoas que se comprometem ou simplesmente aceitam trabalhar com essas crianças, sem antes buscar em Deus a direção e busca por aperfeiçoamento e dedicação. Tendo como base o AMOR. (1Co 13). 


Que ao me ver é de fundamental importância para o Ministério Cristão.Precisamos cuidar constantemente para que eles, ou seja, essas crianças, se sintam importantes, para que sintam que são parte de um grupo, seja em casa, na escola e onde estiverem.

A luz da Palavra de Deus precisamos abordar todas estas questões e situações de maneira prática, clara e objetiva, lançando também uma semente de amor no coração da igreja, de professores, líderes, amor por crianças especiais, que precisam ser amadas e atendidas com suas limitações também. 


São muito amadas por Jesus, vamos excluí-las?De forma alguma, o que elas precisam ouvir? Pastorear e preparar crianças para o futuro é conduzi-las ao novo nascimento, contando-lhes a preciosa mensagem do Evangelho.

A mensagem que a criança precisa ouvir!
Toda criança precisa conhecer:
• Que Deus a ama com imenso amor – João 3:16.
• Que ela tem um problema (doença, necessidade) – Romanos 3:23; 6:23.
• Que só há uma solução (remédio, provisão) para o seu problema – Atos 4:12; 1 Coríntios 15:3,4; 1 Timóteo 2:5.
• Que ela precisa apropriar-se de Cristo (recebê-lo) – João 1:12,13.
• Que a salvação é unicamente pela graça imerecida de Deus - Efésios 2:8,9.
• Que a salvação é eterna (segurança) – João 10:28-29; 1 João 5:11-12.

É preciso levar a criança a reconciliar-se com Deus, reconhecendo que é pecadora, buscando o perdão e confiando no sacrifício de Cristo realizado na cruz do Calvário, pois “o sangue de Jesus, seu Filho, nos purifica de todo pecado” (1 João 1:7).

Para se desenvolver, a criança necessita incorporar e integrar as ferramentas de relação com os outros. A criança não aprende por si própria nem é a arquiteta exclusiva da sua evolução, ela aprende essencialmente dos outros, através da sua relação com eles.

Pais e mães são os primeiros, os principais e mais duradouros educadores de suas crianças. Quando pais e profissionais trabalham juntos durante a infância, os resultados têm um impacto positivo no desenvolvimento da criança e na sua aprendizagem. Então, cada etapa do desenvolvimento deve buscar uma parceria efetiva com os pais.

Nos trabalhos de estimulação, os pais aprendem com diversos profissionais de diferentes áreas a estimular a criança, pois, quanto mais cedo haver o estímulo mais ativa a criança se tornará, conseguindo atingir suas capacidades.
A finalidade da estimulação precoce deve ser que a criança gere sua própria personalidade, sua situação familiar, social e eclesiástica.

O apoio individual oferecido para favorecer a aquisição de habilidades adaptativas pode ter lugar na família, em entidades públicas ou particulares, em outros ambientes e programas comunitários e ambientes eclesiásticos.


Nesses locais percebe-se a importância de profissionais como os fonoaudiólogos que estudam e tratam os problemas de linguagem e de estruturação oral facial, que permitem a criança sugar, deglutir, mastigar, engolir, mecanismos estes necessários para falar, se comunicar com o próximo.

O serviço social é considerado o centro de apoio da equipe multidisciplinar e realiza trabalhos voltados a integração da família e da escola com terapeutas, apoiando no enfrentamento de problemas de origem familiar, financeiro, social ou profissional, busca também formar convênios, captar recursos e capacitar as mães.

Formular e promover estratégias que vise favorecer o desenvolvimento cognitivo, levando em consideração todos os outros aspectos que interferem no desenvolvimento global da criança é papel do pedagogo, eles usam como estímulo uma série de exercícios para desenvolver as capacidades da criança, respeitando a fase de desenvolvimento que ela se encontra, enfatizando a área cognitiva e sócio-perceptiva. 


Assim como o ambiente eclesiástico que a família frequente será de fundamental importância e apoio para a integração da família e igreja.

Nem todos os alunos com deficiência terão, na realidade necessidades educacionais especiais. Os professores devem adotar ações especificas para tornar possível a participação efetiva de alunos portadores de necessidades educacionais especiais por meio de:

- planejamento de tempo suficiente para permitir a conclusão satisfatória de tarefas;
- planejamento de oportunidades que sejam necessárias ao desenvolvimento de habilidades em aspectos práticos do currículo;
- identificação dos aspectos do programa de estudo e de metas de aquisição escolar que possam apresentar dificuldade.

O planejamento de atividades e de rotina de trabalhos seja no âmbito familiar, escolar ou eclesiástico cria ambiente acolhedores e agradáveis, facilitando a criança uma aprendizagem pela convivência e experiências com o outro e também com afeição, amor e paciência; especificas para os indivíduos.

Todas as crianças portadoras de necessidades especiais ou não experimentarão diversas etapas de desenvolvimento, por isso, deve-se reconhecer e motivar o potencial de cada uma individualmente, e apresentar-lhe objetivos e atividades adequadas que fortaleçam sua autoestima, iniciativa e aprendizagem, pois isso constituirá a base do seu desenvolvimento futuro.

Quase todas as crianças, desde o nascimento estão imersas em ambientes de afeto e proteção, essenciais para seu crescimento físico e desenvolvimento de suas capacidades. Essas primeiras relações se manifestam com sorrisos, choro, abraços, carícias, assim por meio desses códigos a criança vai criando vínculos de relacionamento, iniciando um processo de socialização. 


Levando em conta as necessidades que os seres humanos têm ao nascer (alimentação, cuidados higiênicos, proteção frente a perigos, exploração do meio), necessidades estas que somente serão resolvidas através da relação com outras pessoas, essa interação lhe permitirá resolver e amadurecer todo seu potencial biogenético.

É importante sabermos o quanto é necessário compreender as limitações dos indivíduos com necessidades especiais, juntamente com os indivíduos normais. 


Havendo essa compreensão, maior será a interação dos portadores de necessidades especiais e a aceitação será mais fácil, pois, haverá maior valorização facilitando a entrada desses indivíduos na sociedade e mais tarde, no mercado de trabalho e ambiente no meio eclesiástico. 


O qual ele estará inserido. A base para toda e qualquer função ministerial e/ou profissional está em 1Coríntios 13 o Amor, que é a maior expressão de Deus com a humanidade.

Os desafios serão constantes, assim como a falta de pessoas que disponham e se preparem para o serviço. Não é apenas afirmar que a EBD seja para todos(as), mas criar condições para que todos(as) realmente se sintam bem-vindos(as), amados(as) e incluídos(as). 


Especialmente ensinando-os(as) a lidar com a sua INTEGRALIDADE, seja qual for a sua condição e contexto. Para que a EBD seja espaço de APRENDIZAGEM, de CRESCIMENTO e de ACOLHIMENTO deve, antes de tudo, ensinar o ser humano a APRENDER a CONHECER, a FAZER, a RELACIONAR-SE e a SER, incluindo nessas aprendizagens os valores e os princípios cristãos.


São APRENDIZAGENS essenciais à vida como um todo, mas dependerão do modelo de EBD que pretendemos ter e da prática de ensino pela qual fizermos opção. 


É fato que a natureza humana é bem mais ampla, complexa e não apenas espiritual, mas também CORPO, ALMA e MENTE, partes que formam um todo indissociável.



SHEILA GUIMARÃES
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