II Seminário Missões Com Crianças.

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23 de fevereiro de 2013

CRIANÇA QUE TRABALHA É TRABALHADOR OU ESCRAVO?


Diga "NÃO" ao Trabalho Infantil!!!

O trabalho infantil é o que é exercido por criança e adolescente com menos de 16 anos, exceto na condição de aprendiz. É proibido por lei. Apesar da lei estar em vigor no Brasil, ainda vemos muito desta cruel realidade aqui no Rio de Janeiro. Basta olhar os pontos de ônibus e os sinais de trânsito e você verá crianças com caixas de doces, vendendo para conseguir "sustentar a família". No entanto, basta observar de longe, que você verá a mesma criança entregando o dinheiro arrecadado a um adulto que a explora para tal serviço.

Estes dias conversei com uma senhora de 54 anos, natural do Rio Grande do Norte. Veio parar no Rio de Janeiro, aos sete anos, através de um parente que foi buscá-la com a desculpa de ajudar a família a cuidar dela, mas ao chegar aqui a realidade foi outra. Teve que ajudar nos trabalhos de casa, lavando, passando e aprendeu a fazer comida aos oito anos para mais de cinco pessoas que moravam no lar. Como se não fosse pior, uma das moradoras engravidou, imaginem quem virou babá! Essa é uma das formas de exploração infantil, que ocorria antigamente e que ocorre agora, disfarçadamente.

A exploração do trabalho infantil está presente em diversos lugares. Em abril do ano passado, em uma viagem missionária que fiz no interior de Minas Gerais, encontrei diversas crianças trabalhando na roça com seus pais. O trabalho rural ainda acontece em nossos dias com crianças, queimadas do sol, com mãos arrebentadas pelo uso da enxada e muitas sem dentes com menos de 10 anos. Horrível descrever essa cena aqui, pois é uma atividade ilegal e nada pude fazer. Por que você não denunciou Patrícia? Porque na cidade não havia uma delegacia e por ser pequena sofreríamos retaliação e não teríamos como provar, porque os pais são a favor e mentiriam em favor dos fazendeiros (seus patrões).

Outros dois tipos de exploração infantil acontece com a exploração sexual e a pedofilia e o tráfico de drogas. Este último é cruel de se ver, pois começa com brindes de traficantes. Realizam festinhas nas comunidades, colocam brinquedos coletivos, piscinas gigantes e doam outros brinquedos, além de doar alimentos... Ganham a confiança da criança ou adolescente e depois os recrutam, chamando-os de "O Menor", para levarem pequenas quantidades de drogas em alguns becos e vielas sem serem descobertos pela polícia pacificadora, quando existe na localidade. Não demora muito são recrutados como olheiros, soldados ou vendedores nas bocas de fumo. Triste realidade de um criança que poderia ter tido um futuro brilhante.

Alguns adolescentes trabalham como APRENDIZES ao completarem 16 anos. Apesar da legislação nacional deixar essa proibição bem clara, alguns juízes da infância ainda autorizam a prática, argumentando que o adolescente que trabalha pode ajudar a família a ter condições de garantir seu próprio sustento. Sinceramente, o projeto APRENDIZ é muito válido dependendo da empresa. Eu trabalhei numa empresa que aceitava aprendizes e vi muitos deles, nas quatro horas que trabalhavam pegarem peso que os adultos deveriam pegar. Deve haver mais fiscalização, é o que penso!

A verdade é que toda criança deve mesmo é ir à escola, brincar, participar de atividades culturais. Se ela não consegue fazer isso é porque o excesso de afazeres domésticos ou comerciais a restringe. Neste caso, se caracteriza sim como trabalho infantil.

Se você tem dúvidas, envie suas perguntas para promenino@fia.com.br - as mais frequentes serão respondidas e publicadas no site oficial da FIA.

Assista ao vídeo e tome uma posição.


9 de fevereiro de 2013

FIQUE ATENTO: EXISTE EROTIZAÇÃO INFANTIL NO CARNAVAL.


O Carnaval está aí para quem quiser curtir e gostar, mas há uma preocupação muito grande quanto aos olhares que muitos de nossos baixinhos sofrerão durante seus bailes nestes dias de feriado. Dependendo da roupa que você coloque na sua criança, os olhares poderão ser de desejo e não de admiração, porque a fantasia é bonitinha.

Você já ouviu falar em "Erotização Infantil"? Não! Então, fique atento.

A Secretaria de Direitos Humanos, todos os anos, através do Governo Federal realiza uma campanha em prol dos nossos pequenos e este ano não foi diferente. A "Campanha Nacional de Carnaval pelo Fim da Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes" é uma forma de conscientizar a sociedade sobre a incidência dessa prática em todo o país.

O foco está na necessidade de proteção. A proteção começa em casa com nossa autorização ou não pela roupa que nosso filho ou filha usará na festinha da escola ou no baile de Carnaval (isso para quem curte e vai; não é o meu caso - Não curto e nem levo mais os meus filhos, mas meu mais velho terá a festinha na Escola e tenho que me situar).

Bem, o fato é que dependendo da roupinha que você escolher... Aquele pedófilo sem-vergonha, que precisa de tratamento para se curar... Pode visualizar sua criança com desejos inapropriados. Daí, a culpa é nossa! Nós é que vestimos nossos filhos e a erotização infantil começa um pouco na roupa que escolhemos para eles.

A Constituição Federal de 1988 nos garante os direitos das crianças e adolescentes de nosso país, por isso, NÃO DESVIE O OLHAR, mas fique atento. Denuncie. Proteja. Divulgue esta campanha e procure o Conselho Tutelar ou Disque 100.

Se você vai sair com sua criança para algum bloco, não esqueça de colocar identificação no braço e das dicas que já deixamos aqui para as crianças maiores (que elas saibam o número de casa ou de um parente mais próximo, de preferência, de cabeça)...

Se vai sair nestes dias de festa popular.
Fique atento!
Proteja seu filho!
Escolha uma fantasia que não torne sua criança vulgar ou a deixe desprotegida.
E se for evangélica como eu e não vai curtir bloco algum. Leve seus filhos ao cinema, ao teatro, ao parquinho, mas não os prenda dentro de casa... Somos livres, não bitolados! Lembrem disso!

Vamos juntos proteger nossas crianças. Disque 100 em caso de abusos!


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