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8 de dezembro de 2014

4º Congresso Brasileiro MCI/Brasil.



Como informamos na postagem anterior, o Ministério Cristão Infantil, MCI/Brasil é um Ministério Interdenominacional que organiza encontro de pais, professores, líderes e pastores para aperfeiçoar a evangelização de crianças.

Em 2015 acontecerão congressos regionais no Rio de Janeiro, Maranhão, Brasília, Minas Gerais e o Congresso Nacional em São Paulo.

Realize a inscrição no site oficial via depósito bancário, PagSeguro ou no RJ com a Diaconisa Patrícia Telles na ADECIN - Assembleia de Deus em Cidade Nova (21 - 966348452 CLARO ou 98939-4193 OI / E-mail: pahesa.andrade@gmail.com)



7 de dezembro de 2014

1º, 2° e 3º Congresso Brasileiro MCI/Brasil.

http://ministerioinfantil-mci.blogspot.com.br/

Já aconteceram três edições do MCI/Brasil e a 4ª edição já está em organização e será realizada aqui no Rio de Janeiro.



Nosso blog vai apoiar o evento, junto com a Assembleia de Deus em Cidade Nova (ADECIN). Este Congresso visa reunir as pessoas mais influentes na área da Educação Cristã no Brasil. Exemplo: Tia Carlinha - Líder do Seminário Eu Amo Crianças/Brasília, Tia Nenoca, Pr. Gilberto Celetti, entre outros... 

Nestes Congressos ocorrem palestras, workshops, apresentações musicais, em que pais, professores, líderes e pastores saem com mais instrumentos de evangelização de crianças.



O MCI/Brasil é liderado pelo casal Chamisa e Luciano Mendes (Assembleia de Deus em SP). As inscrições para o 4º Congresso já estão disponíveis no site oficial do Ministério Infantil




19 de novembro de 2014

Danielle Martinez - Uma pequena reflexão sobre o Natal.

Uma pequena reflexão sobre o Natal.
De acordo com os princípios contidos em 1 Coríntios 6.12; 10.23,31, tudo nos é lícito, porém temos de ter maturidade para não nos contaminarmos com o mundo. É claro que papai Noel e árvore de Natal estão atrelados, em sua origem, ao paganismo. Mas nenhum crente em Jesus Cristo põe uma árvore de Natal em sua casa em louvor a ídolos. Presume-se que um cristão tenha o mínimo de maturidade para entender que a árvore se trata apenas de um símbolo natalino, empregado em todo mundo dito cristão.


Não podemos confundir a origem pagã com o uso hodierno. Caso contrário, teremos de proibir o vestido de noiva, o bolo de aniversário, etc. É claro que não ignoramos o fato de haver muito de paganismo na festa de Natal; também estamos cientes de que as pessoas do mundo estão cada vez mais distantes da centralidade do Natal: Jesus Cristo, o Salvador do mundo. Por outro lado, discriminar um irmão que tem uma árvore de Natal em casa ou proibir uma criança de admirar o chamado bom velhinho, num shopping center, são atitudes extremadas.


Quais são as únicas pessoas que, de fato, acreditam em papai Noel? As inocentes crianças. E de nada adianta os pais quererem proibi-las desse encantamento natural, que, aliás, não se dá apenas em relação ao Noel. Elas ficam encantadas com todo e qualquer boneco, palhaço, etc. Isso é coisa de criança.


Tudo nessa época do ano gira em torno de enfeites coloridos, com desenhos de papai Noel, árvores de Natal, etc. Caso os pais sejam extremistas, terão de proibir as crianças também de ir a shopping center, frequentar aulas a partir de novembro, assistir a desenhos animados que mencionem papai Noel ou árvores de Natal, etc. Seria mesmo saudável impedir os infantes de terem esse contato com o mundo da fantasia, própria desse período da vida? Por outro lado, será que esses pais, preocupados com essa questiuncula, têm ensinado seus filhos em casa (Dt. 6.7) e os levado à Escola Bíblica Dominical?


O que disse Paulo, em 1 Coríntios 13.11? “Quando eu era menino, falava como menino, sentia como menino, discorria como menino, mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino”. Ou seja, nenhuma pessoa, depois de atingir a fase adulta, continua acreditando em papai Noel. Por que, então, os pais vão tirar essa alegria única da criança? Isso, psicologicamente, as prejudicará, tornando-as tristes, enquanto os seus coleguinhas vão estar se alegrando com as cores e novidades do Natal! Vale a pena ser tão inflexível?



Texto de Danielle Martinez
(Ministra da Palavra de Deus / Coordenadora do Dep. Infantil da Adecin Catumbi - congregação da Assembleia de Deus em Cidade Nova no RJ)

18 de novembro de 2014

MCI - Ministério Cristão Infantil.


"O Ministério Cristão Infantil (MCI) começou seus trabalhos no ano de 2011, com o objetivo de atender as necessidades educacionais de professores de EBD e líderes de Ministério Infantil de todas as igrejas que tem a visão da importância do trabalho com a criança.".


Liderado pelo Evangelista Luciano Mendes e sua esposa, a Educadora Chamisa Mendes, membros da Assembleia de Deus - Ministério Belém em SP, o MCI não tem preferência denominacional. 

Há dois tipo de trabalho: com a criança e com o educador. Ambos sujeito à agenda, tendo os interessados que marcar com antecedência suas datas.


O MCI promove cursos à distância e em igrejas, escolas, promovendo seminários e congressos para desenvolver a consciência de quem trabalha com crianças para a necessidade de seriedade nesta ação educativa da Palavra do Senhor.



11 de setembro de 2014

Pulseira de Elástico no Ambiente Escolar NÃO pode!


As pulseiras de elásticos coloridos que andam nos pulsos de quase todas as crianças brasileiras foram criadas nos EUA, pela Cra-Z-Art, uma empresa do grupo familiar Rose Art Industries, comprado e revendida pela Mattel.

As pulseiras são vendidas em todo o mundo. O grande questionamento no Brasil é a origem de algumas marcas que podem conter substâncias cancerígenas. O Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) pede que os brasileiros observem a marca.

Lembrem que o Inmetro afirma que todo produto lúdico que se destina ao uso por crianças de até 14 anos é considerado brinquedo e, por isso, para ser comercializado no Brasil, deve apresentar o Selo de Identificação da Conformidade do Inmetro.

O Inmetro reforçou a recomendação de não se comprar artigos infantis em lojas de comércio informal, uma vez que não há garantia da origem destes itens. 

O Jornal O Globo afirmou que "De acordo com a BBC, uma loja britânica foi forçada a recolher as pulseiras de suas prateleiras depois da divulgação dos testes que revelaram que os produtos poderiam conter um alto teor de ftalatos (bem além do permitido). Ainda de acordo com a reportagem, as embalagens apresentavam o selo que indica que o produto respeita as normas de segurança da União Europeia."

No entanto, enquanto nós, mães, devemos nos preocupar com a qualidade do "Brinquedo". Parece que temos que nos preocupar com proibições de uso por parte de direção de escola também.

Essa semana, meu filho foi proibido de levar suas pulseiras de elástico no braço para escola. A determinação da Diretora é que não usassem na instituição, porque seria confiscado e ela não devolveria nem mesmo ao responsável.

Nada contra! Desde que haja um motivo para a proibição. Pesquisando a respeito. Não encontrei nada que determinasse que as pulseiras coloridas e de elástico demonstrassem insinuação sexual ou violenta... Fatores que dariam motivo a tal proibição. No entanto, como a Escola Pública caminha a passos largos para uma falência de gestão... Penso que a proibição é no mínimo, inusitada para não dizer: falta do que fazer!

Será que estou errada?

Afinal, de acordo com o regimento, fica proibido dentro do ambiente escolar:

- Usar boné ou chapéu, viseiras, etc...;

- Adereços que expressem insinuações sexuais ou de violência;

- Sair da escola durante o período de aulas, sem autorização ou solicitação do responsável;

- Comportamento agressivo de forma física, verbal ou eletrônica a aluno, professor, funcionário da unidade ou demais representantes;

- Usar celular ou aparelhos eletrônicos portáteis.

Me pergunto em qual parte a proibição das pulseiras seria inserida.

Fonte da reportagem: O Globo
Foto: Google.

7 de setembro de 2014

Agressividade - Como cuidar?

Foto Google
Choro!
Gritos!
Lágrimas!

Geralmente, é assim a rotina de uma criança que sofre com a agressão de um coleguinha ou vive em um ambiente perturbador. São mordidas, tapas, puxões de cabelo e, acreditem, tem criança que desfere até socos em outros amigos.

Por que apresentam este comportamento?
Como lidar com elas?
Como ajudar?

Segundo Simone Helen Drumond em sua apostila sobre "Agressividade", até os três anos é comum as crianças expressarem seus desejos através destes comportamentos agressivos. É você professor, tutor, pai ou mãe, responsável adulto que tem que mostrar à criança que existem outras formas de relacionamento, oferecendo um ambiente tranquilo e saudável.


PROCEDIMENTO:

- Converse com a criança;

- Estabeleça limites;

- Resolva a situação que causou a agressividade;

- Mantenha os pai informados por escrito nas agendas escolares (NUNCA MINTA);

- Promova brincadeira lúdica;

- Use fantoches!



PARA FINALIZAR!

1 - Conversar com a criança sobre sua atitude;

2 - Resolver o que causou a agressividade;

3 - Manter os pais sempre informados (*lembre-se de que nenhum pai gosta de ouvir que o filho é agressivo), POR ISSO USE TERMOS PEDAGÓGICOS E MOSTRE SOLUÇÕES;

4 - Promover brincadeiras que revelem a agressividade e contornem esta situação;

5 - Utilizar fantoches e conversar com as crianças para convencê-las de que esta atitude agressiva deve parar.



Busque mais informações:

Simone Helen Drummond

(92) 88082372 

http://simonehelendrumond.blogspot.com

Sete de Setembro - 192 anos de independência.

Foto: Futura press

A Independência do Brasil, comemorada em sete de setembro, foi um dos acontecimentos até hoje é motivo de orgulho a cada brasileiro e que mudou os rumos de nossa nação como um todo.

Os desfiles que vemos hoje em todo o Brasil são resultado de vários acontecimentos que antecederam esta comemoração. Primeiro, a necessidade de ficar independente de Portugal e depois a chegada da Família Real ao Brasil.

Foi a chegada da Família Real ao Brasil que trouxe uma nova condição econômica ao nosso povo perante Portugal e demais povos. Com a abertura dos portos em 1808, o Brasil deixava de ser colônia, atendendo assim aos interesses da elite agrária brasileira e começou a receber produtos e a enviar produtos para fora de nossa nação. Esse meio de comércio internacional marca a política de D. João VI no Brasil e, segundo vários livros de História afirmam, é considerada a primeira medida em direção à independência.

Se em 2014, nós vivemos um momento de Eleições Presidenciais e nos deparamos com várias pessoas descontentes com o Governo, naquela época não era diferente. Foram várias situações como a Revolução Constitucionalista e Revolução Liberal do Porto. Os aristocratas portugueses perderam espaço no cenário político e passaram a alimentar um movimento de mudanças que culminou em uma revolução constitucionalista em Portugal.

A Revolução Liberal do Porto tinha como objetivo reestruturar a soberania política portuguesa por meio de uma reforma liberal que limitaria os poderes do rei e reconduziria o Brasil novamente à condição de colônia. Claro, isso não foi bem digerido por quem ouviu e viveu esta época de colônia. Foram vários os revolucionários lusitanos que se juntaram e formaram uma espécie de Assembleia com o nome de “Cortes”, cheia da presença de portugueses da políticas lusitanas exigindo que o rei Dom João VI retornasse à terra natal.

Foi aí, que D. João saiu do Brasil em 1821 e nomeou seu filho Dom Pedro I como príncipe regente do Brasil, para que não perdesse sua autoridade real. Dom Pedro seguiu ordens da corte portuguesa, no entanto, as leis vindas de Portugal tinham por objetivo transformar o Brasil novamente em colônia. Dom Pedro I passou a tomar medidas em favor da população e começou a ganhar prestígio. Baixou os impostos e equipou as autoridades militares nacionais às lusitanas. 

Claro, Portugal não gostou, pois queriam o total controle do Brasil. Então, para evitar "problemas", iniciaram um movimento pedindo que o príncipe regente permanecesse no país. Com esta situação, a elite econômica brasileira não querendo voltar a viver sobre o regime de colônia, juntou grandes fazendeiros e comerciantes que passaram a defender a ascensão política de Dom Pedro I e incentivá-lo a ser líder da independência brasileira.

No final de 1821, um abaixo-assinado (Vejam como era importante naquela época e como devemos continuar utilizando este recurso hoje em dia) tomou força ao solicitar a permanência de Dom Pedro no Brasil. D. Pedro recebeu um abaixo-assinado pedindo-lhe que ficasse e atendeu ao desejo do povo: "Como é para o bem de todos e felicidade geral da nação diga ao povo que fico". 

Eis a Independência!
Dom Pedro I decretou que nenhuma ordem vinda de Portugal poderia ser adotada sem sua autorização prévia. Isso causou furor da corte portuguesa que pretendia invadir o país caso o Príncipe Regente não retornasse à Portugal. Entretanto, Dom Pedro I fez uma declaração oficial afirmando assim seu acordo com os brasileiros. Declarou a independência do país no dia 7 de setembro de 1822, às margens do rio Ipiranga, em São Paulo.

Houve guerra?
Houve!
O Brasil venceu as tropas portuguesas, com apoio inglês. Em pouco tempo, vários países da América, que já haviam se libertado do domínio europeu, apoiaram oficialmente nossa independência.

D.Pedro tornou-se o primeiro imperador do Brasil, com o título de D.Pedro I. A monarquia passou a ser uma forma de governo em que os poderes são exercidos pelo imperador ou rei. O Brasil tornou-se independente de Portugal e tornou-se dependente de si mesmo. No entanto, isso é outra história.

Obs.: Portugal só reconheceu a independência brasileira em 1825, em troca de uma indenização de 2 milhões de libras. Parece brincadeira. Roubaram tanto nossa terra levando produtos daqui e ainda levaram dinheiro de nossos cofres, após nossa independência. É, vamos comemorar. Sete de setembro, você é muito importante mesmo.



Fonte de pesquisa:



Gislene e Reinaldo - História (Volume completo) - Editora Ática.

15 de julho de 2014

Série Ministradoras Infantis - Tia Aline Araújo.

https://www.facebook.com/tialineecia
Foram mais de 15 e-mails pedindo a Tia Aline Araújo na série Ministradoras Infantis, que conta com os artigos de Tia Quel, Tia Xicosa e Tia Chic e Tia Fathy (ícones da Ministração Infantil no Brasil). Deixamos vocês com o texto enviado pela própria Tia Aline.

***

Meu nome é Aline de Bastiani da Silva Araújo, casada com Diego Araújo que é cantor e ilustrador. Moro em Palmas/TOCANTINS. Sou conhecida por ministra de crianças como Tia Aline Araújo.

Não nasci num lar cristão. Meu pai era desviado, minha mãe não era crente, mas meu pai retornou à igreja e começou a me levar. Desde então, eu passei a participar nos cultos, levar meus amiguinhos na igreja e participar da EBD.

Sempre fui dedicada e exemplar na igreja. Aos 10 anos, tornei-me regente, professora de crianças e adolescentes. Porém como Deus sempre tem um tempo certo, através do meu esposo Diego, descobri o chamado. Tive certeza e confirmação de Deus e há dois anos estou somente da obra. Vivo para a obra do Senhor, pois ele me chamou somente para isso.

Sou membro  e tenho  total comunhão  na Igreja Assembleia de Deus Nação Madureira em Palmas/TO. Meu Pastor é Divino Bispo e  tenho total liberação dele para meu ministério. Tenho  todos os recursos possíveis para ministrar e cantar com as crianças. Uso data show, visuais, mascotes de vestir (levo a roupa para as pessoas das igrejas vestirem) e etc. Mas, porém sempre na ordem e  decência e obedecendo cada costume de cada igreja, pois há algumas igrejas que ainda não permitem esses recursos.









Meu trabalho é sempre debaixo da orientação do Senhor. Costumo fazer meus próprios esboços, gosto de ministrar em cima dos temas dos congressos, faço tudo conforme a direção do Espírito Santo e peço sempre ajuda a Ele, para eu poder falar, orar, ministrar, profetizar para que às crianças; assim, elas poderão receber a salvação que é através de Jesus Cristo e tenho visto a mão de Deus realmente no meu ministério.

Saiba você que trabalha com crianças que Deus te escolheu. É você mesma que tem que fazer esta obra. A cada dia vemos crianças indo mais cedo para o mundo das drogas e prostituição, é o Brasil que precisa urgente do amor de Deus. Crianças precisam de Salvação. Jesus nos deixa essa ordem: Ide por todo mundo, pregai a toda criatura. Criança é uma criatura que precisa muito DELE, porque Não é da vontade do Pai que nenhuma criança se perca: Mt. 18.14.




Tenho visto muitas ministras e líderes se levantando em cada canto do Brasil para fazer algo pelos pequeninos. A cada igreja que passo, vejo a dedicação, a recepção e a alegria em nos receber em suas festividades.  Hoje em dia, muitas igrejas... Pastores estão abrindo as portas e janelas e investindo mesmo nas crianças, porém, há sim ainda, dificuldades, porque ainda tem igrejas que não abriram as portas para crianças. Isso nos dá, a cada dia, a chance de orar para que pastores, igrejas, líderes e professoras abram os olhos espirituais e invistam e rápido, porque a obra é urgente. Não é amanhã, é HOJE!

A minha visão é almas. É um ministério difícil. Nada fácil, mas frutífero, cheio de lágrimas e alegrias. Não tenho certeza se vou colher todos os frutos, mas me preocupo em plantar o amor de Deus em cada coraçãozinho e debaixo da misericórdia do Senhor vamos chegar lá...

Deus abençoe a todos...

Beijo no coração
Tia Aline Araújo


10 de julho de 2014

Deus, o diabo e a "A Máquina de brincar".



Publicação de Janilda Prata na íntegra:

“Você acha que os seus filhos estão seguros no quarto lendo livros? Leia o que aconteceu com a minha família: Todos sabem como incentivo a leitura para minhas filhas desde bebê. O contato das crianças com os livros passa por várias fases. Primeiro eu lia para elas, depois eu lia com elas e hoje elas leem sozinhas. Na hora de comprar um livro eu olho a capa, o tema, a sinopse, sobre o autor e a faixa etária. Depois peço que elas me falem sobre o que leram. Achei que isso era mais do que suficiente até o dia em que a minha filha Ana Ester, de nove anos, me disse: ‘Mãe, tem algo errado com esse livro, no meio dele encontrei uma página com o título para ler no escuro e depois coisas horríveis… ‘Me desculpe o autor, mas se alguém torna uma obra pública, eu tenho o direito de criticar e emitir minha opinião. Um livro para criança que invoca o diabo para ser seu amigo, diz que Deus não aparece porque é covarde e pequenino, e termina dizendo que o capeta venceu, para mim é uma literatura totalmente imprópria. Não venha me dizer que isso é poesia. Isso, para mim, é pura heresia. Estou indignada por ter colocado algo assim na minha casa e nas mãos das minhas filhas. Que critério usar quando compro livros infantis? Vou ter que ler antes todas as páginas? Como algo assim pode ser liberado para publicação e considerado literatura infantil?”. (Janilda Prata)


Recebi esta mensagem por e-mail, recebi inbox no Facebook, compartilharam na minha página, me cutucaram, me questionaram e depois de muito relutar, eis a minha singela opinião sobre o Livro A Máquina de Brincar (Bertrand Brasil, 2005; adotado pelo Governo do Estado de São Paulo através do PNLD).

Este livro é dividido em duas partes, "Para Ler no Claro" e "Para Ler no Escuro". Segundo os sites que pesquisei é um conjunto de 25 poemas para rir e bater os dentes de medo na segunda parte. Metade do livro está em páginas brancas e a outra metade em páginas negras.


O autor desta obra adotada pelo Governo paulista é Paulo Bentancur, que nasceu em Santana do Livramento, RS, em 1957. Trabalha como crítico e escritor, e escreve gêneros variados, do infanto-juvenil à poesia. Foi coordenador do Livro e Literatura da Secretaria Municipal da Cultura de Porto Alegre. Já tem contos publicados na Argentina e na Itália. Ganhou cinco prêmios Açorianos, um deles, para Três pais (Infanto-Juvenil lançado pela Editora Saraiva). Costuma ministrar oficinas de criação literária e de leitura crítica para educadores online e individuais.

Betancur já está na área literária há anos, seja trabalhando em diversas editoras como revisor, preparador de originais, tradutor do espanhol e editor assistente; ou como autor. Atualmente presta serviços de assessoria editorial para diversas casas publicadoras.

No entanto, nunca falaram tanto em seu nome ou o citaram em Redes Sociais e na imprensa escrita como agora. Janilda Prata em seu perfil do Facebook postou a mensagem postada no início deste artigo e fotos de algumas páginas do livro de Betancur, expressando sua indignação e revolta pelo que suas filhas leram. O livro foi comprado pelo pai e as meninas liam sozinhas, até que uma delas chamou a atenção da mãe dizendo que deveria ter algo errado com aquele livro. Quando Janilda leu junto com a filha percebeu as mensagens ocultas que o dito livro de poemas expressava.

Já são mais de 48.000 compartilhamentos e as mães estão revoltadas nas Redes Sociais. O autor acabou sendo chamado por alguns representantes da imprensa para se expressar sobre o assunto.

Vejamos o que Paulo Betancur afirmou ao Jornal de Brasília:

“Quis fazer um livro diferente. As crianças de hoje são inteligentes, gostam de suspense, de figuras lendárias. E qual o problema de brincar com Deus e o diabo? Não faço apologia ao demônio, apenas brinco com o lado bom e o lado mau das coisas”.

Isto é, para o autor, o que houve foi uma mistura de religião e a arte, em que a liberdade dos artistas e escritores estão sendo alvo de críticas, porque muitas vezes fazem apenas uma “brincadeira”. Só que Betancur não se deu conta que a grande massa cristã é que compra livros no Brasil.

Não demorou muito e Janilda Prata expressou sua opinião perante a afirmação do autor:

"Me desculpe o autor, mas se alguém torna uma obra pública, eu tenho o direito de criticar e emitir minha opinião. Um livro para criança que invoca o diabo para ser amigo da mesma, diz que Deus não aparece porque é covarde e pequenino e termina dizendo que o capeta venceu para mim é uma literatura totalmente imprópria", declarou.





E essa história está longe de acabar. Os compartilhamentos continuam, as mães continuam deixando comentários na página pessoal de Janilda Prata e, agora, com a repercussão, na página VIGILANTES DOS PEQUENINOS.

Realmente, lendo as páginas postadas, nós, mães, percebemos que o autor não fez brincadeira alguma. Ele afirmou coisas e induziu seus pequenos leitores a uma viagem muito tenebrosa. Invocar o diabo em tão tenra infância não é algo que mãe alguma queira a seus filhos. Eu sou contra massacrarem o livro. Para mim, livro é para ser lido, seja evangélico ou não. Desde que se respeite a faixa etária de cada criança, o que me parece, não foi respeitada neste caso em específico. Aqui em casa, lemos de tudo e acreditamos que é lendo que construímos uma mente sadia em Deus para perceber o mal e nos afastar dele.

Meu questionamento é, se se pode falar do Diabo e enaltecê-lo fazendo chacota de Deus, podemos ter o direito de ter livros que enalteçam a presença da Palavra de Deus na vida de cada criança brasileira no âmbito escolar. No entanto, a questão não é o que os seus filhos estão lendo na escola? A questão não é o que os seus filhos estão lendo em casa? Para nós, a questão é... Onde você está quando seu filho está lendo? O que você tem comprado para ele tem objetivo? Quando você para numa livraria, na Bienal ou numa feira de livros, compra porque está barato, porque a capa é bonita, porque sua criança pediu ou porque você acredita que poderá fazer parte deste crescimento intelectual e crítico dela? Quando ele recebe um livro ou indicação de leitura na escola, você se preocupa em conhecer essa literatura?

Estas perguntas podem e devem nortear a mente de cada pai e mãe neste país. O benefício de uma boa leitura é evidente nos pequenos. Devemos mesmo incentivá-los a ler, mas tenho que afirmar que mesmo sendo um livro com questões subliminares em seu conteúdo, A Máquina de brincar é um livro que merece ser lido. Claro, junto com os pais, para que possam orientar seus filhos a entenderem que existe o bem e o mal e que precisam estar alertas e perceberem quando devem refutar ensinamentos errados.

Com certeza, as páginas pretas e textos como "O Diabo que me carregue" são coisas inaceitáveis e não podemos mesmo nos calar. Só que nossos filhos não viverão para sempre só com pessoas que acreditam em Deus. Estarão o tempo todo sendo aliciados por questionamentos sobre a existência de Deus, perante os que não seguem a mesma religião.

Textos como: “Sossega! Vão falar mal aqueles que não estão contigo. Que não foram convidados pelo diabo, meu grande amigo”, como está escrito em um dos trechos do livro, afrontam e irritam qualquer pai cristão. Não podemos aceitar um livro que invoca o diabo a ser amigo de uma criança. No caso, nossos filhos! Entretanto, a questão aqui não é religiosa! A questão aqui é educacional e de faixa etária.  Quer dizer que meu filho, aos nove anos, pode ler um livro desses na Sala de Leitura, mas não pode ler um livro de evangélico?

A verdade é que jogar o livro na fogueira não funcionará nada. Sinceramente, esta é minha opinião e não quero aqui levar ninguém a pensar igual, mas diante de tantas pessoas pedindo uma posição de nosso blog perante o assunto, eis aí:

O que desejamos é que os pais, assim como nós fazemos aqui em casa, avaliem o que o filho vai ler. E caso a criança leia, que eles mostrem o lado positivo e questionem o que acham que é errado. Nós incentivamos a leitura aqui em casa independente de ser cristã ou não. Juntos, debatemos os livros. Acreditamos que a melhor coisa é o debate. Assim como todos fazem agora com A Máquina de Brincar de Paulo Betancur, nós estamos, neste momento, aqui em casa, fazendo com o livro Truques de Mágica de Marc Dominc (Ciranda Cultural, 2013). Livro que nosso filho mais velho pediu para comprarmos. 

Para finalizar, assim como começamos com um texto de Janilda Prata, terminamos com outro texto dela em resposta a entrevista concedida pelo autor ao Jornal de Brasília.

Resposta de Janilda Prata à entrevista concedida pelo Paulo Betancur ao Jornal de Brasília:

“Estamos em uma país livre e o referido autor, assim como qualquer outro pode escrever e publicar o que quiser, eu também gozo desse direito. A questão é mascarar o conteúdo do material publicado com uma capa que diz literatura infantil.

Eu comprei algo que achei que era revisado por pedagogos, que era bom para o desenvolvimento das minhas filhas, acreditei na imagem e nas informações que me passaram. Se tivesse na capa "Piada leve sobre Deus e o Diabo" ou algum tipo de censura, eu não havia adquirido.

Não misture o fato de eu ser evangélica com essa questão. Não se trata de religião, pois não cresci em um lar evangélico, mas mesmo assim meus pais sempre me ensinaram o Pai Nosso, a respeitar os mais velhos, meus professores, meu próximo, amar todos sem discriminar, cuidar dos desamparados, ser honesta, priorizar a família. O que estou defendendo aqui é o direito de criar minhas filhas com princípios e valores que a ajudem a distinguir o bem do mal. Trabalho na área de educação, mas não analisei como profissional, pois acima de tudo sou mãe e nenhuma mãe quer que o filho brinque de ser amigo do diabo.
Aliás, gostaria de lembrar que não fui eu quem viu o conteúdo do livro e censurou, foi minha filha de 9 anos e ela já leu centenas de livros. Isso significa que ensino corretamente as minhas filhas a distinguir o bem do o mal, o certo do errado. 
Basta colocar uma tarja preta na capa do livro "PROIBIDO PARA MENORES" e o problema está mais que resolvido.
Janilda Prata

(Publicado na página Vigilantes Dos Pequeninos no Facebook).


Links para maiores consultas:






9 de junho de 2014

Pato Donald - 80 anos de temperamento explosivo.


Não existe pato mais conhecido e famoso no mundo. Hoje, Pato Donald completa 80 anos. Tornou-se o mais velho também. Ele nasceu no episódio “The Wise Little Hen”, da série “Silly Symphony” em 1934. 

Um pato de histórias hilárias, porém temperamento explosivo. Tem vários gibis lançados. As crianças começam a conhecê-lo e os adultos ajudam a bater recordes. Só no ano passado, foram vendidos 80 milhões de gibis da série com seu nome. Os adultos que um dia foram crianças, continuam comprando. As crianças que o conhecem se apaixonam e acabam comprando também. 

Donald Fauntleroy Duck é apaixonado por “Donna Duck”, uma prévia do que seria a Margarida hoje. O patinho tem um temperamento de pavio curto, fica emburrado à toa, tem problemas sérios em esperar, mas é um apaixonado por seus sobrinhos. Em 1942, foi escrito o episódio "O Tesouro do Pirata". Um sucesso total na época.

Hoje, completando seus 80 anos... Pato Donald continua um imortal na mente dos adultos que cresceram lendo suas histórias atrapalhadas. Aos novos pequeninos, ele vira uma espécie de menino turrão que merecia uma repreensão para não ser tão nervosinho.

4 de junho de 2014

Sirlei Fonseca - A Greve da Educação sob olhar de um Professor.

Foto de Luciana Mello.
É peculiar o ano letivo da Rede Pública iniciar com a seguinte indagação: "haverá greve?". Ao contrário do que a maioria pensa, para um professor, esta dúvida é deveras angustiante, uma vez que a greve não se trata de um movimento em que os educadores deixam suas salas de aula vazias e permanecem no conforto de seu lar. Em um movimento grevista da Educação, existe uma agenda de atos e atividades a serem cumpridas, para que a mobilização tanto da sociedade e tanto do governo sejam efetivas. Nesse momento, temos sentimentos antagônicos, pois nos orgulhamos de estarmos lutando por mudanças que beneficiarão toda sociedade, mas também temos a sensação, que não deixa de ser fato, de que nossas crianças estão tendo seus direitos aviltados. Mas que Governo é esse, que para se conseguir o óbvio, que é uma Educação de qualidade, é necessário que os agentes deixem de cumprir suas funções, irem bater em sua porta (do Governo) para lembra-lo de suas responsabilidades? E além de tudo, ainda é necessário embates que acontecem em negociações onde quase nunca há um acordo justo, pois quem põe na mesa as reivindicações a favor da sociedade, não tem os Órgãos da Justiça e os meios de comunicação a seu favor. 

Deixando mais claro, a greve dos profissionais da educação não reivindica somente melhor salário, o que não seria nada injusto, pois sobrevivem dele, e este também é corroído pela inflação. Mas as reivindicações vão muito além disso. Queremos uma escola que funcione com estrutura mínima necessária ao processo de aprendizagem. Para que isso aconteça, precisamos de "meios", sejam eles materiais ou funcionais. Exemplificando melhor com fatos: em Duque de Caxias, município com um dos maiores PIB do Estado do Rio de Janeiro, as turmas de Educação Infantil inseridas em escolas regulares não têm direito à mobília apropriada, tendo que dividir sala, mesmo que em horários diferentes, com uma turmas de outra faixa etária , estando submetidas a situações que na lógica anatômica do corpo humano são prejudicáveis (suas perninhas ficam penduradas e seus troncos nos alcançam o encosto da cadeira). A prefeitura também não fornece o material pedagógico adequado e necessário para o desenvolvimento cognitivo e motor destas crianças (massinha, caderno, giz de cera, etc, etc), fazendo-se necessário que tiremos de nosso salário e que solicitemos ajuda dos pais, meio que clandestinamente, pois o governo diz que fornece, por isso não podemos pedir. Em países onde a Educação é levada a sério, a Educação Infantil é tão importante, que seus professores são melhor remunerados que professores universitários. E com esse descaso o que se entende é: EDUCAÇÃO INFANTIL É DEPÓSITO DE CRIANÇAS. Exemplifiquei desta forma, porque posso falar com propriedade, pois sou regente de duas turmas nesta faixa etária, no citado município. 

Agora, me colocando por toda categoria, nos encontramos muito angustiados, preocupados e se pudéssemos retornaríamos à sala o mais breve possível. Mas não podemos nos deixar vencer. A briga não é só nossa. É por uma sociedade falida que ainda pode ser transformada através da Educação. Se parecer utopia, é para isso que ela serve: para não deixarmos de caminhar. 

















Sirlei Fonseca 
Professor regente da Rede Municipal de Duque de Caxias desde 1999.

28 de maio de 2014

Url mal intencionado.



Gostaria de informar aos leitores que estamos em ação contra os que tentam minar nossa página com vírus. Ano passado, tentaram tirar do ar o nosso blog de missões e, desde semana retrasada, nós tentamos encontrar o que causa o alerta de que "Uma ameaça foi detectada - página bloqueada". 

Ainda não sabemos o que causa este transtorno ao leitor, mas estamos em processo de solução. Muito obrigada, aos que não deixam de vir ler os artigos. 

Atenciosamente,
Patrícia Telles e equipe!

23 de maio de 2014

Congresso "Ensinando no Caminho" 2014.


Temos sempre divulgado pessoas que colaboram com a evangelização de crianças e com a difícil e árdua tarefa de Educador. Ao ver estes banners no site do Ministério Infantil (http://www.ministerioinfantil.com.br/), vi que assim como nós nos aperfeiçoamos... Nossos leitores que queiram aprender, avaliar, crescer, amadurecer e aperfeiçoar a Arte de Contar Histórias deve participar deste evento que acontecerá em Fortaleza em agosto e em São Paulo em novembro.




Nosso blog vai participar do evento em seu São Paulo, que será realizado em novembro. Afinal, ouvir e aprender com Gilberto Celeti (APEC), Ministério Mila e Belinha e Profª Graci Fabris é algo para aprender, guardar e utilizar com louvor.

Informe-se melhor no site oficial e participe deste evento que promete trazer muita edificação a todos os Educadores que participarão!

19 de maio de 2014

Saia da minha casa Peppa Pig!


CANSADA DE VISUALIZAR MEU FILHO DE DOIS ANOS SE JOGANDO NO CHÃO, GRITANDO E CHORANDO SEM LÁGRIMAS... E SEM MOTIVO, APÓS RECEBER UM "NÃO"! COMECEI A PRESTAR ATENÇÃO NOS DESENHOS QUE ASSISTIA E ME DEPAREI COM ESTES PERSONAGENS IDIOTAS, ABSURDOS E INCONSEQUENTES.

UMA FAMÍLIA DE PORQUINHOS QUE EXALA UMA FELICIDADE QUE NÃO EXISTE. UMA MÃE OMISSA E BRINCALHONA DEMAIS E EM EXCESSO! UM PAI PERMISSIVO E BANANA, SEM AUTORIDADE ALGUMA SOBRE SEUS FILHOS; E DUAS CRIANÇAS MIMADAS E CHATAS.

16 de maio de 2014

Tia Pastilha - Uma viagem Espacial ou Especial?


Essa pregação aconteceu na Igreja Congregacional Manilha - Itaboraí/Niterói.
Obrigada irmã Raquel Rosa pelo convite. Levei muito tempo para postar este vídeo. 

Tema: Uma viagem Espacial ou Especial
Recurso: Astronauta, nave espacial e marcianos... Corações representando as cores da Salvação!




12 de maio de 2014

Retirada da Fralda.


Antigamente, uns dez a quinze anos atrás, os pediatras recomendavam a retirada da fralda até os dois anos. No entanto, este conceito mudou, pois perceberam que o abandono da fralda precoce causava alguns transtornos (psicológicos) futuros como prisão de ventre.

Hoje, creches trabalham o sistema de “tempo da criança”. Quando saem do Berçário e começam a frequentar o Maternal I e II, as crianças são incentivadas a utilizarem o banheiro ou o famoso peniquinho. 

Vão todos juntos, assim eles veem os amigos utilizando o vaso sanitário e acabam pedindo para fazer xixi ou algo mais... Essa convivência tem gerado bons momentos, pois a maioria acaba largando as fraldas de vez.
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