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11 de setembro de 2014

Pulseira de Elástico no Ambiente Escolar NÃO pode!


As pulseiras de elásticos coloridos que andam nos pulsos de quase todas as crianças brasileiras foram criadas nos EUA, pela Cra-Z-Art, uma empresa do grupo familiar Rose Art Industries, comprado e revendida pela Mattel.

As pulseiras são vendidas em todo o mundo. O grande questionamento no Brasil é a origem de algumas marcas que podem conter substâncias cancerígenas. O Inmetro (Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) pede que os brasileiros observem a marca.

Lembrem que o Inmetro afirma que todo produto lúdico que se destina ao uso por crianças de até 14 anos é considerado brinquedo e, por isso, para ser comercializado no Brasil, deve apresentar o Selo de Identificação da Conformidade do Inmetro.

O Inmetro reforçou a recomendação de não se comprar artigos infantis em lojas de comércio informal, uma vez que não há garantia da origem destes itens. 

O Jornal O Globo afirmou que "De acordo com a BBC, uma loja britânica foi forçada a recolher as pulseiras de suas prateleiras depois da divulgação dos testes que revelaram que os produtos poderiam conter um alto teor de ftalatos (bem além do permitido). Ainda de acordo com a reportagem, as embalagens apresentavam o selo que indica que o produto respeita as normas de segurança da União Europeia."

No entanto, enquanto nós, mães, devemos nos preocupar com a qualidade do "Brinquedo". Parece que temos que nos preocupar com proibições de uso por parte de direção de escola também.

Essa semana, meu filho foi proibido de levar suas pulseiras de elástico no braço para escola. A determinação da Diretora é que não usassem na instituição, porque seria confiscado e ela não devolveria nem mesmo ao responsável.

Nada contra! Desde que haja um motivo para a proibição. Pesquisando a respeito. Não encontrei nada que determinasse que as pulseiras coloridas e de elástico demonstrassem insinuação sexual ou violenta... Fatores que dariam motivo a tal proibição. No entanto, como a Escola Pública caminha a passos largos para uma falência de gestão... Penso que a proibição é no mínimo, inusitada para não dizer: falta do que fazer!

Será que estou errada?

Afinal, de acordo com o regimento, fica proibido dentro do ambiente escolar:

- Usar boné ou chapéu, viseiras, etc...;

- Adereços que expressem insinuações sexuais ou de violência;

- Sair da escola durante o período de aulas, sem autorização ou solicitação do responsável;

- Comportamento agressivo de forma física, verbal ou eletrônica a aluno, professor, funcionário da unidade ou demais representantes;

- Usar celular ou aparelhos eletrônicos portáteis.

Me pergunto em qual parte a proibição das pulseiras seria inserida.

Fonte da reportagem: O Globo
Foto: Google.

7 de setembro de 2014

Agressividade - Como cuidar?

Foto Google
Choro!
Gritos!
Lágrimas!

Geralmente, é assim a rotina de uma criança que sofre com a agressão de um coleguinha ou vive em um ambiente perturbador. São mordidas, tapas, puxões de cabelo e, acreditem, tem criança que desfere até socos em outros amigos.

Por que apresentam este comportamento?
Como lidar com elas?
Como ajudar?

Segundo Simone Helen Drumond em sua apostila sobre "Agressividade", até os três anos é comum as crianças expressarem seus desejos através destes comportamentos agressivos. É você professor, tutor, pai ou mãe, responsável adulto que tem que mostrar à criança que existem outras formas de relacionamento, oferecendo um ambiente tranquilo e saudável.


PROCEDIMENTO:

- Converse com a criança;

- Estabeleça limites;

- Resolva a situação que causou a agressividade;

- Mantenha os pai informados por escrito nas agendas escolares (NUNCA MINTA);

- Promova brincadeira lúdica;

- Use fantoches!



PARA FINALIZAR!

1 - Conversar com a criança sobre sua atitude;

2 - Resolver o que causou a agressividade;

3 - Manter os pais sempre informados (*lembre-se de que nenhum pai gosta de ouvir que o filho é agressivo), POR ISSO USE TERMOS PEDAGÓGICOS E MOSTRE SOLUÇÕES;

4 - Promover brincadeiras que revelem a agressividade e contornem esta situação;

5 - Utilizar fantoches e conversar com as crianças para convencê-las de que esta atitude agressiva deve parar.



Busque mais informações:

Simone Helen Drummond

(92) 88082372 

http://simonehelendrumond.blogspot.com

Sete de Setembro - 192 anos de independência.

Foto: Futura press

A Independência do Brasil, comemorada em sete de setembro, foi um dos acontecimentos até hoje é motivo de orgulho a cada brasileiro e que mudou os rumos de nossa nação como um todo.

Os desfiles que vemos hoje em todo o Brasil são resultado de vários acontecimentos que antecederam esta comemoração. Primeiro, a necessidade de ficar independente de Portugal e depois a chegada da Família Real ao Brasil.

Foi a chegada da Família Real ao Brasil que trouxe uma nova condição econômica ao nosso povo perante Portugal e demais povos. Com a abertura dos portos em 1808, o Brasil deixava de ser colônia, atendendo assim aos interesses da elite agrária brasileira e começou a receber produtos e a enviar produtos para fora de nossa nação. Esse meio de comércio internacional marca a política de D. João VI no Brasil e, segundo vários livros de História afirmam, é considerada a primeira medida em direção à independência.

Se em 2014, nós vivemos um momento de Eleições Presidenciais e nos deparamos com várias pessoas descontentes com o Governo, naquela época não era diferente. Foram várias situações como a Revolução Constitucionalista e Revolução Liberal do Porto. Os aristocratas portugueses perderam espaço no cenário político e passaram a alimentar um movimento de mudanças que culminou em uma revolução constitucionalista em Portugal.

A Revolução Liberal do Porto tinha como objetivo reestruturar a soberania política portuguesa por meio de uma reforma liberal que limitaria os poderes do rei e reconduziria o Brasil novamente à condição de colônia. Claro, isso não foi bem digerido por quem ouviu e viveu esta época de colônia. Foram vários os revolucionários lusitanos que se juntaram e formaram uma espécie de Assembleia com o nome de “Cortes”, cheia da presença de portugueses da políticas lusitanas exigindo que o rei Dom João VI retornasse à terra natal.

Foi aí, que D. João saiu do Brasil em 1821 e nomeou seu filho Dom Pedro I como príncipe regente do Brasil, para que não perdesse sua autoridade real. Dom Pedro seguiu ordens da corte portuguesa, no entanto, as leis vindas de Portugal tinham por objetivo transformar o Brasil novamente em colônia. Dom Pedro I passou a tomar medidas em favor da população e começou a ganhar prestígio. Baixou os impostos e equipou as autoridades militares nacionais às lusitanas. 

Claro, Portugal não gostou, pois queriam o total controle do Brasil. Então, para evitar "problemas", iniciaram um movimento pedindo que o príncipe regente permanecesse no país. Com esta situação, a elite econômica brasileira não querendo voltar a viver sobre o regime de colônia, juntou grandes fazendeiros e comerciantes que passaram a defender a ascensão política de Dom Pedro I e incentivá-lo a ser líder da independência brasileira.

No final de 1821, um abaixo-assinado (Vejam como era importante naquela época e como devemos continuar utilizando este recurso hoje em dia) tomou força ao solicitar a permanência de Dom Pedro no Brasil. D. Pedro recebeu um abaixo-assinado pedindo-lhe que ficasse e atendeu ao desejo do povo: "Como é para o bem de todos e felicidade geral da nação diga ao povo que fico". 

Eis a Independência!
Dom Pedro I decretou que nenhuma ordem vinda de Portugal poderia ser adotada sem sua autorização prévia. Isso causou furor da corte portuguesa que pretendia invadir o país caso o Príncipe Regente não retornasse à Portugal. Entretanto, Dom Pedro I fez uma declaração oficial afirmando assim seu acordo com os brasileiros. Declarou a independência do país no dia 7 de setembro de 1822, às margens do rio Ipiranga, em São Paulo.

Houve guerra?
Houve!
O Brasil venceu as tropas portuguesas, com apoio inglês. Em pouco tempo, vários países da América, que já haviam se libertado do domínio europeu, apoiaram oficialmente nossa independência.

D.Pedro tornou-se o primeiro imperador do Brasil, com o título de D.Pedro I. A monarquia passou a ser uma forma de governo em que os poderes são exercidos pelo imperador ou rei. O Brasil tornou-se independente de Portugal e tornou-se dependente de si mesmo. No entanto, isso é outra história.

Obs.: Portugal só reconheceu a independência brasileira em 1825, em troca de uma indenização de 2 milhões de libras. Parece brincadeira. Roubaram tanto nossa terra levando produtos daqui e ainda levaram dinheiro de nossos cofres, após nossa independência. É, vamos comemorar. Sete de setembro, você é muito importante mesmo.



Fonte de pesquisa:



Gislene e Reinaldo - História (Volume completo) - Editora Ática.
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